Assunto: ‘Edigar Mão Branca’

No Dia do Sexo, assunto ainda é tabu para a sociedade

Mão branca que dia do sexo em 14 de fevereiro

Em nosso calendário, existe dia para tudo. Dia do amigo, da árvore, do petróleo e até dia da baiana do acarajé. Em um país onde até o ministro da saúde indica o sexo como remédio para combater a hipertensão, por que não apostar em um Dia do Sexo?
 
Pensando nisso, o ex-deputado federal Edigar Mão Branca (PV-BA) propôs, no início deste ano, um projeto que cria o Dia do Sexo, a ser celebrado em 14 de fevereiro. Extraoficialmente, porém, a data que vem sendo adotada há dois anos é hoje, 6 de setembro, devido a uma grande campanha promovida por uma marca de preservativos em 2008. Leia mais.

Bassuma faz campanha em Vitória da Conquista

Depois de Jaques Wagner (PT) e Paulo Souto (DEM), Luiz Bassuma (PV), também candidato ao governo baiano, chega nesta quinta-feira (5) em Vitória da Conquista, onde participa de caminhada e da inauguração do comitê dos verdes Edigar Mão Branca, candidato deputado federal e Ricardo Marques, estadual. O comitê está instalado na Praça Tancredo Neves, lado direito da Catedral, sentido prefeitura.

PV supera partidos aliados na captação de recursos para Bahia

Com apenas dois deputados federais, o PV foi o segundo partido que mais conseguiu emendas para a Bahia. No total, foram R$173,2 milhões obtidos para o estado através dos deputados federais Edson Duarte e Edgar Mão Branca. Como a filiação do deputado Luiz Bassuma se deu em setembro do ano passado, os recursos obtidos por ele não foram contabilizados para o PV. Segundo a assessoria do PV, os deputados verdes conseguiram mais verbas para a Bahia do quê os petistas, que contam com seis representantes na Câmara de Deputados e são correligionários do presidente Lula  – de quem depende a liberação dos recursos. Os dados constam de matéria publicada n o último domingo (18) no jornal A Tarde. As informações são do Política Livre.

Dupla Verde confirmada

Em contato com o Blog do Anderson no final da tarde deste sábado, Ricardo Marques (PV), vice-prefeito de Vitória da Conquista, informou a confirmação de sua candidatura a deputado estadual nas próximas eleições. Marques que sairá numa casadinha com o forrozeiro Edigar Mão Branca, que também teve sua candidatura a deputado federal confirmada, diz estar bastante confiante com a sua eleição, pois já percorreu cerca de cinquenta municípios dos quais mais de quarenta já oficializaram apoio direto a Dupla Verde.

O desabafo de Mão Branca

Em seu programa de rádio que vai ao ar diariamente na Transamerica Hits gerado de Vitória da Conquista para mais de cem municípios baianos, o ex-deputado Edigar Mão Branca (PV), vem lançando críticas ao Governador Jaques Wagner, que segundo ele esqueceu o sudoeste baiano. “Não entendo por qual motivo não chega benefícios para Vitória da Conquista, pois a cidade tem o alinhamento político nas três esferas (Municipal, Estadual e Federal), temos o líder do Governo na Assembléia, secretários, além ainda de vários técnicos espalhados em várias secretarias e órgãos dos governos Estadual e Federal”, desabafou o forrozeiro e pré-candidato a deputado federal.

Edigar Mão Branca quer criar Dia Nacional do Sexo

No Brasil existe dia pra tudo. Dia do amigo, da mãe, do vizinho e até da sogra. Mas o estoque de projetos com esse tipo de homenagem não se esgota. No Congresso, existe até um que cria o dia do sexo.

Primeiro o ministro da saúde recomendou: faça muito sexo para combater a pressão alta. Agora um projeto que está no Congresso pode criar o dia nacional do sexo.

Edigar Mão Branca justificou a data porque teria vindo ao mundo graças ao sexo. De acordo com o projeto, criar um dia assim ajudaria a derrubar tabus e falar de formas seguras de fazer sexo.

Edigar Mão Branca sonha criar Dia Nacional do Sexo

Projeto de ex-parlamentar baiano tramita em comissão da Câmara. Segundo o autor, a vida melhora a partir de um bom relacionamento sexual

Blog Brasilia de Sempre

Nunca antes na história deste país a libido do brasileiro foi tão discutida pelas autoridades. Nos Três Poderes, sobram ideias e conselhos para levar a cama para a varanda ou para o Congresso. Na Câmara, a Comissão de Educação e Cultura vai analisar projeto que cria o Dia Nacional do Sexo. A proposta, de autoria do ex-deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), suplente de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), pretende instituir um “segundo dia dos namorados” no calendário. A data escolhida é o dia do aniversário de Mão Branca, 14 de janeiro. “É meu aniversário. Parece brincadeira, mas escolhi a data porque vim ao mundo por um ato sexual”, afirma. • | LEIA MAIS E COMENTE »

Edigar Mão Branca quer transformar aniversário no dia nacional do sexo

Edigar Mão Branca quer "Dia do Sexo"

Nancy Dutra | Folha de São Paulo

Se depender do ex-deputado federal Edigar Mão Branca (PV-BA), o dia de seu aniversário, 14 de janeiro, pode se transformar no Dia Nacional do Sexo.

Ele propõe, em projeto de lei apresentado neste ano, a criação da data para discutir “uma ou várias maneiras seguras, responsáveis e prazerosas de praticar sexo”.

Mão Branca apresentou o projeto enquanto era suplente do então deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), que deixou a Câmara para assumir o Ministério de Integração Social. O peemedebista voltou à Casa em abril de 2010.

“Vejo que o maior risco do sexo é não discuti-lo bem. (…) A proposta tem como objetivo retirar do contexto social a ideia de que sexo é uma forma de promiscuidade, ato impuro, ou qualquer outra forma pejorativa dada ao ato sexual, conforme expostas nas letras musicais, comerciais e diversos programas de TV”, afirma o ex-deputado na justificativa do projeto.

A proposta será analisada pelas comissões de Educação e Cultura e Constituição e Justiça da Câmara.

Novo CD de Edigar Mão Branca é o mais vendido

Fabiana Barros exibe o novo CD de Edigar Mão Branca: “Briquiteiro Forrozeiro Trabalhando”

O ex-deputado federal, Edigar Mão Branca (PV), tem muito a comemorar. Ele que é pré-candidato a uma vaga na Câmara Federal, vem sendo apontado como um dos favoritos em pesquisas realizadas em cidades do Sudoeste baiano. Outro motivo que também merece destaque é que o novo CD do Forrozeiro, “Briquiteiro Forrozeiro Trabalhando”,  vem liderando as vendas em Vitória da Conquista.

Conheça a discográfia e um pouco mais sobre a carreira de Edigar Mão Branca, acesse: www.edigarmaobranca.com.br

Edigar Mão Branca destaca recursos para Vitória da Conquista

Na Câmara Municipal, Mão Branca destacou projetos de sua autoria

O ex-deputado federal Edigar Mão Branca (PV) destacou na sessão da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta sexta-feira (14), sobre projetos de lei, de sua autoria, que dão celeridade aos recursos aprovados por meio de emendas parlamentares. Ressaltou que muitos recursos retornam pela falta de articulação do Município na captação dos recursos. 

Afirmou que, por meio de seu mandato, foram aprovados cerca de R$ 1 milhão para obras em Vitória da Conquista. Reforma do Estádio Murilo Mármore, revitalização do Cristo de Mário Cravo, pavimentação asfáltica, construção de quadras poliesportivas entre outras iniciativas.

Dia do Sexo – Mão Branca – Ah Moleque!

Do blog Pérolas do Sertão

Mão Branca quer “Dia Nacional do Sexo” 

“O deputado Edigar Mão Branca (PV-BA.)  apresentou nesta quarta-feira (24) projeto de lei nº 7.041/2010, que institui o  dia 14 de janeiro como o Dia Nacional do Sexo.”

Blog do Anderson 

Mas dia 14 de janeiro? Não seria melhor no dia 6/9 de cada ano?  

Já vi tudo. Confira abaixo uma das possíveis leituras dessa notícia.

 Resta saber quando será o Dia do Teste de Paternidade, o Dia da Maternidade, o Dia da Mãe Solteira, o Dia do Pai Fujão, o Dia do Pai Enganado, o Dia do Filho sem pai… E por aí vai!

Mão Branca quer “Dia Nacional do Sexo”

O deputado Edigar Mão Branca (PV-BA.)  apresentou nesta quarta-feira (24) projeto de lei nº 7.041/2010, que institui o  dia 14 de janeiro como o Dia Nacional do Sexo.

A proposta tem como objetivo retirar do contexto social a idéia de que sexo é uma forma de promiscuidade, ato impuro, ou qualquer outra forma pejorativa dada ao ato sexual, conforme expostas nas letras musicais, comerciais e em diversos programas de TV. O Deputado disse ainda que,“Não podemos deixar que o preconceito, o falso moralismo esconda na sociedade: doenças, violência sexual, prostituição infantil (pedofilia), gravidez indesejada, crimes passionais, tráfico de mulheres, estupros, enfim que ofusquem um bom debate, pois uma sociedade informada forma uma população civilizada, portanto, vejo que o maior risco do sexo é não discuti-lo bem”.

Rádios poderão ser obrigadas a divulgar nome de compositores

Em Defesa da Música, dos Compositores e dos Músicos Brasileiros, Mão Branca protestou no Congresso Nacional dentro de uma gaiola

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6896/10, do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), que obriga as emissoras de rádio a informar aos ouvintes os compositores das músicas executadas em sua programação.

Pela proposta, as empresas que descumprirem a regra estarão sujeitas a multa, sem prejuízo de outras sanções penais aplicáveis. O texto altera a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98).

Ostracismo

Segundo Edigar Mão Branca, a indústria cultural transforma os intérpretes em celebridades, enquanto relega os compositores a segundo plano. Na opinião dele, as emissoras de rádio são as maiores responsáveis pelo “ostracismo” dos profissionais que escrevem as canções ou compõem as melodias.

“A falta do devido crédito aos compositores de obras musicais desestimula aqueles que têm talento musical e pretendem seguir essa carreira”, argumenta o autor da proposta.

Tramitação

O projeto será analisado de forma conclusiva Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da Agência Câmara

Edigar Mão Branca convida Jaques Wagner para trabalhar

Ocupando a tribuna da Câmara dos Deputados, o deputado Edigar Mão Branca (PV/BA) fez discurso nesta quinta-feira  (18) lançando críticas ao governo do estado, “Tem muita gente frouxa no governo da Bahia”. “Enquato o fuxico rola em torno das brigas com o Ministro Geddel e os conchavos com Otton Alencar e o senador César Borges, os pemas se amontoam desde a capital até o interior”, declarou.

Mão Branca que defende a candidatura própria do seu partido, esteve mais uma vez em Salvador com alguns secretários para pedir socorros para alguns problemas, dentre eles: trecho da recuperação da estrada que liga Vitória da Conquista a Itambé, que segundo ele encontra-se parada. A violência em Itapetinga, ampliação da reforma do aeroporto de Vitória da Conquista, estrada Barra do Choça a Caatiba, celeridade nos projetos Luz para Todos.

Segundo o deputado, Wagner diz que vai fazer o impossível (ponte Salvador a Itaparica e a usina nuclear) e aquilo que é possível cai no esquecimento.

Confira o áudio:

Edigar Mão Branca: “O Meu Chapéu”

Poder Público pode ser obrigado a reflorestar margens de rodovias

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6792/10, do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), que obriga o Poder Público a conservar a vegetação nativa existente às margens das rodovias ou a implantar programas de reflorestamento e recuperação em áreas degradadas ao longo das vias.

De acordo com a proposta, no processo de recuperação, pelo menos metade da vegetação plantada deverá ser composta por espécies nativas. No caso de espécies exóticas, deverão ser priorizadas as frutíferas e as ornamentais.

O projeto determina ainda que os programas de reflorestamento deverão observar princípios de segurança no trânsito e controle de erosões.

Corredores ecológicos

Mão Branca argumenta que a medida proposta contribuirá para a formação de corredores ecológicos e a conservação da biodiversidade, além de aumentar a segurança das estradas.

“As estradas margeadas por áreas degradadas ameaçam a segurança dos viajantes, pois são vulneráveis a erosões e deslizamentos de terra – responsáveis por grande número de acidentes e mortes”, argumenta o deputado.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário, será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Com informações da Agência Câmara

Projeto obriga inclusão de lixeiras em transporte coletivo

Branca: o objetivo é complementar a legislação, que já estabelece como infração o ato de atirar objetos dos veículos

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6788/10, que obriga a instalação de lixeiras em veículos de transporte coletivo. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) para incluir o recipiente como um dos equipamentos obrigatórios dos ônibus.

O projeto, de autoria do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), tem o objetivo de complementar a legislação existente, que já estabelece como infração administrativa média, sujeita a multa, o ato de atirar objetos dos veículos ou abandonar objetos nas ruas.

De acordo com Mão Branca, a obrigação tem caráter preventivo. “Oferecendo condições para que o lixo seja depositado no veículo e depois coletado, a legislação contribui para a solução de um problema. A prevenção deve sempre acompanhar medidas punitivas”, disse.

Presença de defensor público em blitz poderá ser obrigatória para evitar abusos

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6793/10, do deputado Edigar Mão Branca (PV/BA), que torna obrigatória a presença de um defensor público em blitzes realizadas por órgãos de segurança pública ou pelas Forças Armadas em ruas e rodovias.

Pela proposta, a participação do defensor público, que deverá ser da unidade da Federação onde se localizar a via, só será dispensada em circunstâncias excepcionais, devidamente motivadas.

O autor afirma que são frequentes as queixas contra abuso de autoridade cometido por agentes que interrompem o trânsito de veículos, extrapolando o poder de polícia que lhes foi conferido pelo Estado. “Há relatos de extorsão e de intimidação de pessoas inocentes. É um momento em que os agentes fragilizam o cidadão e agem exatamente contra o bem que deveriam preservar: a segurança pública”, diz. O objetivo da proposta, segundo o deputado, é evitar práticas abusivas.

Mão Branca quer preservar vice em caso de condenação

Mais um projeto polêmico tramita na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei Complementar 551/10, do deputado Edigar Mão Branca (PV/BA), que desvincula os mandatos de governador e vice-governador e de prefeito e vice-prefeito nas ações de perda de mandato por irregularidades cometidas durante a campanha eleitoral. A medida teria efeito direto em decisões no Rio Grande do Norte.

Conforme o projeto, os vices só serão citados pela Justiça Eleitoral se também estiverem sob investigação. Desse modo, eles não responderiam “solidariamente” por atos praticados pelos titulares dos cargos, assim como os prefeitos ou governadores também não serão prejudicados por ações irregulares dos vices durante campanha.

O deputado Mão Branca argumentou que, em 2008, ao julgar recurso contra a expedição de diploma do governador de Santa Catarina, acusado de fazer propaganda com recursos públicos, o Tribunal Superior Eleitoral considerou que o vice perde o mandato junto com o governador em caso de condenação. Decisões semelhantes ocorreram no Rio Grande do Norte.

O caso mais lembrado ocorreu em Guamaré, quando o então candidato a vice-prefeito João Pedro Filho foi considerado inelegível e, por consequência, o prefeito eleito, Mozaniel Rodrigues – filho de João Pedro – , foi obrigado a deixar o cargo.

O deputado apresenta dois argumentos contra a interpretação do TSE, no caso de Santa Catarina. Para ele, quem registrou a candidatura e praticou os atos contestados foi o titular, não o vice, e cerca de 400 ações contra prefeitos tramitam na Justiça sem que os vices tenham sido ouvidos, e essa interpretação poderá resultar no arquivamento de todas elas, por falta de tempo de reiniciá-las.

A proposta altera a Lei de Inelegilidade (Lei Complementar 64/90) e, para ter efeito, precisa da aprovação da comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Só depois a matéria segue para o plenário. Com informações da Agência Câmara

É na Pisada Forrozeira

O deputado federal Edigar Mão Branca (PV) retorna nesta segunda-feira, 1º de março, sua nova temporada no rádio.

É no “Pisada Forrozeira” que Mão Branca vai passar sua mensagem do autentico forró aos seus milhares de fãs espalhados pelo sudoeste baiano e norte de Minas Gerais, através da Transamérica Hits.

O programa vai ao ar das 5 às 6 horas da manhã e das 16 às 17 horas.

Confira e baixe as novas músicas do deputado forrozeiro clicando aqui.

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Atraso no uso de verba pública poderá ser punido como improbidade

Edigar Mão Branca: má gestão de administradores causa prejuízos à população

Edigar Mão Branca: má gestão de administradores causa prejuízos à população

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6524/09, do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), que inclui o ato de retardar ou impedir a utilização de recursos provenientes da União e dos estados entre as condutas sujeitas a punição pela Lei de Improbidade Administrativa (8.429/92).

De acordo com o deputado, atualmente ocorre “enorme desrespeito” aos princípios constitucionais que obrigam os agentes públicos a agir dentro da moralidade e com eficiência. “É sabido que diversas emendas ao Orçamento não são executadas, e convênios cancelados, em função da má gestão de seus administradores, causando um enorme prejuízo à população”, afirma.

A Lei de Improbidade Administrativa prevê punições como o ressarcimento integral do dano, se houver; a perda da função pública; e a suspensão de direitos políticos pelo período de três a cinco anos.

O infrator também está sujeito a multa de até 100 vezes o valor da remuneração que receber, além de ficar proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Arrumando as malas

O deputado federal Edigar Mão Branca (PV) já começa a se preparar para entregar o seu cargo. É que no mês de março o Ministro Geddel Vieira Lima, dono da vaga, volta ao congresso e entra em ritmo de campanha para o Governo da Bahia.

Mão Branca vai sair em dobradinha com o vice-prefeito de Vitória da Conquista, Ricardo Marques (PV), que inclusive está bastante confiante nestas eleições.

O chapéu de Mão Branca ainda é motivo de polêmica

O deputado federal Edigar Mão Branca (PV-BA) conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) um mandado de segurança preventivo contra possível e iminente proibição, pelo presidente da Mesa Diretora ,  o uso de seu chapéu.

Mão Branca pede ao STF direito de usar chapéu na Câmara dos Deputados

Devido ao seu traje, o nome de deputado foi vastamente divulgado nos meios de comunicação: “Mesa diretora quer proibir deputado forrozeiro de usar chapéu de vaqueiro no plenário”; “Chinaglia vai mudar regimento para tirar o chapéu de deputado”; “Deputado não deve ter nada na cabeça”, entre outras.

Para o parlamentar, “o chapéu é um acessório importante de vestimenta para caracterizar a personalidade de uma determinada pessoa por meio de suas diferentes formas, materiais e cores. O uso do chapéu de couro está diretamente relacionado com a bravura do vaqueiro nordestino que, para o seu trabalho, utiliza o chapéu como proteção do sol e dos golpes dos espinhos e dos galhos da caatinga e, às vezes, utiliza a sua copa para beber água ou comer”.

O relator que vai analisar este mandado é o ministro Gilmar Mendes.

Deputado mineiro implica com o chapéu de Mão Branca

A polêmica virou música do forrozeiro

O presidente do PSDB mineiro, o deputado federal Narcio implicou com o chapéu de couro do colega, Edigar Mão Branca (PV-BA).

A pedido do implicante, a mesa diretora da Câmara, da qual é o 1º vice-presidente, analisa a possibilidade de publicar um ato para normatizar a vestimenta dos deputados no plenário. A norma, segundo a Folha Online, tem o objetivo de impedir o deputado Mão Branca de continuar freqüentando as sessões usando o chapéu de couro no estilo sertanejo.

Mão Branca disse que vai resistir até o final para ter o direito de usar o chapéu. “Quando me candidatei, os meus eleitores sabiam que eu usava o chapéu e eu não vou tirar”, disse.

O deputado considerou uma “perda de tempo” a Câmara discutir o tipo de roupa que os parlamentares devem usar no plenário e considerou preconceituosa a reação ao seu chapéu. “Se eu estivesse com um colar de diamantes ninguém diria nada”, protestou.  Com informações do Correio de Uberlândia



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