Polícia Militar: Coronel Lira Junior é o comandante do Comando de Policiamento da Região Sudoeste

Foto: Blog do Anderson
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Conforme o Blog do Anderson adiantou, o governador Rui Costa nomeou o coronel Inácio Paz de Lira Junior para comandar o Comando de Policiamento da Região Sudoeste, órgão da Polícia Militar do Estado da Bahia. A publicação do Diário Oficial deste sábado (28), também informa o tenente-coronel Jorge Ubirajara Pedreira como o subcomandante da CPR-Sudoeste. A previsão com a chegada deste Comando no próximo mês de abril é que a tropa seja ampliada com mais 300 militares em Vitória da Conquista. Confira outros decretos envolvendo a estrutura da Polícia Militar.

Minha coleção de Bundas

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Sim, senhoras, senhores, moçoilas e moçoilos. Eu tenho uma coleção completa de Bundas. Talvez a única do Brasil, quiçá do mundo. Desculpem, o quiçá foi para provocar, mas é verdade. Tenho todas as Bundas que chegaram ao mercado. Fiquei afastado da coleção por três anos, em razão da mudança de endereço e não pude levar comigo a minha coleção de  Bundas. Guardei a coleção em um quarto de fundo de quintal. Não foi fácil suportar a distância. Ás vezes batia uma saudade. Era grande a vontade de tocá-las e apreciá-las, mas no meu novo endereço não havia espaço para elas. Leia mais uma crônica do professor Jorge Maia.

Lembranças de um retirante

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Recordo-me daquele dia. O sol esbanjava calor. As pessoas saiam até as janelas das suas casas. Os passeios estavam cheios de curiosos. Todos dirigiam os olhares para o caminhão azul estacionado no meio da rua. Estávamos mudando para Vitória da Conquista. Assustado  e sem muita certeza do que estava ocorrendo, só então, quando c na carroceria do caminhão é que descobri é que descobrir que estava saindo de Aracatu. Leia na íntegra mais um artigo do professor Jorge Maia

A revolução dos bichos, na Beócia

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Por essa George Orwell não esperava, a sua metáfora virou realidade na Beócia, pois os bichos resolveram fazer a sua revolução. O princípio estabelecido foi  aquele de toda revolução: a desobediência ao estabelecido como norma e fixar um comportamento distanciado do cotidiano ditado pelos homens, ou determinado pela natureza. Leia mais uma crônica de Jorge Maia.

Um conto da Beócia

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Era uma vez uma moça chamada Mary Ann da Silva Porciúncula.  Ela era filha única de um casal de comerciantes na cidade de Beócia. Criada com muito amor e carinho, teve educação das mais refinadas. Estudou em bons colégios da sua cidade e graduou-se em medicina. Não satisfeita com a sua sede em conhecimento, fez mestrado e doutorado em universidades europeias. Leia mais sobre a Beócia.

O sole mio,You are my sunshine

Foto: Blog do Anderson
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O desencontro de horário entre a lua e o sol gerou ao longo do tempo: poesia, livros e filmes. Durante muito tempo a lua serviu de inspiração aos poetas, cantores e menestréis. Quando a seresta estava em moda, até  a década de sessenta do século vinte, a lua era figura presente em quase todas as músicas. A lua era a amiga que fazia companhia ao cantor apaixonado, geralmente desprezado. Ela servia de inspiração e muitas vezes era convidada a levar um recado para a amada, para que voltasse ou que nunca esquecesse aquele ser apaixonado. Leia mais uma crônica de Jorge Maia.

Alegria nos bairros

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Eu era menino, e não faz muito tempo,  e me lembro de um programa cultural realizados semanalmente, cujo nome era: alegria nos bairros. Quando hoje a juventude vai aos grandes espetáculos realizados em praça pública, com apresentação de  cantores famosos, talvez pense que seja uma novidade. Não, não é. Em certo período do ano, na década de sessenta havia uma programação especial para a cidade. Tenho a impressão que era organizada pela iniciativa privada. A participação da rádio clube AM e do comércio local e as atrações em destaque era o grupo chamado de valores da terra. Leia a crônica de Jorge Maia.

Fugindo da Terra

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

A história da humanidade é repleta de desencontros. São tantos os desencantos e sofrimentos desnecessários que o ser humano terminou por fazer da Terra um lugar desagradável. Não é sem razão que  as religiões prometem um lugar de paz, sem doenças, onde tudo é alegria. Tudo isso, como e fosse impossível construir em nosso planeta o paraíso tão desejado. A Terra foi transformada em um lugar onde a tristeza tomou conta, e ode parece não haver salvação. Leia a crônica de Jorge Maia.

O dia em que a vaca tossiu na Beócia

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

O povo da Beócia é um povo bom, mas beócio. Apesar de se um povo sofrido sempre foi povo esperançoso, otimista. Fato interessante é  a fé demonstrada por aquele povo em sua instituições. É verdade que já sofreu muito com as desilusões que as suas instituições produziram. Jamais desistiram da esperança. No passado sofreu com a grande admiração das suas vidas< suas forças armadas, que em período de ditadura, matou espancou e esfolou. Ainda restavam outras instituições: o BB S/A, Banco da Beócia, logo depois envolvido em grandes escândalos; a CEB – Caixa Econômica da Beócia, também decepcionou. A empresa de Correios, talvez uma das maiores admirações do povo beócio se viu envolvida em escândalos e corrupções apresentados  nos jornais de todo o país. Leia a íntegra da crônica.

Modéstia à parte, Narciso

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

O narcisismo é uma coisa feia. Na verdade chega a ser aborrecido encontrar alguém assim. Sempre trabalhei na compreensão de que a simplicidade é o caminho mais fácil e convidativo para manter a proximidade das pessoas, tornando-nos uma presença aconchegante. Certamente que nem todos pensam assim, mas não tem importância. seguiremos acompanhados da modéstia. Confira a crônica de Jorge Maia.

Declarações de amor

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Uma declaração de amor é sempre comovente. É um momento mágico em que a criatura humana, movida pela química hormonal, transforma em verbo os seus sentimentos, e, em poesia cria as mais belas e artísticas manifestações do espírito. Tudo por causa do estado de embriaguês amorosa. Ao longo da história, verificamos que a declaração de amor modifica a sua linha poética, sem contudo, variar o seu significado. Dai podermos concluir que o ser humano continua sendo o mesmo: sempre capaz de apaixonar-se, e, em determinado momento, capaz de confessar o amor, sempre por meios  de palavras encantadoras. Confira a crônica de Jorge Maia.

O não candidato

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Outro dia comentei no Face que a julgar pelo publicam os blogs da cidade, talvez eu seja a única pessoa que não seja candidato a vereador, pois é grande a quantidade dos que anunciam a candidatura, descumprindo a lei eleitoral, divulgando fora do tempo a sua candidatura, o que pode ter  implicações jurídicas. Melhor colocar as barbas de molho. Decidi que serei o não candidato, isto é; estou lançando a minha não candidatura para vereador. Será uma campanha firme e das mais caras, porém não precisarei prestar contas para o TRE. Leia a crônica de Jorge Maia.

A rebelião dos deuses

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Era uma manhã de domingo, a estação era outono. Um ruído pouco comum chegou aos ouvidos de Zeus. O café era servido por Afrodite. Irritado o deus mor perguntou do que se tratava. Mercúrio entrou esbaforido e comunicou a Zeus que os deuses estavam paralisados e que não iam trabalhar enquanto não tivessem uma reunião para resolver a questão salarial. Zeus irritou-se e atirou ao longe a taça em que sorvia o néctar dos deuses. Afinal, o que é isto, viraram rebeldes iguais a Prometeu?. Leia a crônica de Jorge Maia.

O cão bem amado

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Um escritório de advocacia costuma ser um laboratório das mais diversas manifestações das paixões humanas. Tantas são as experiências vividas pelo advogado em seu escritório, que um profissional da Psicologia ou da Psiquiatria ficaria com inveja. Diante do advogado está muito mais que as paixões. Na verdade desfila naquele palco todo um conjunto de interesses, os quais  denunciam toda a grandeza e mesquinhez do ser humano. É simplesmente surpreendente. Há momentos em que não acreditamos no que ouvimos. Leia na íntegra.

A descoberta do diafragma

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Na segunda metade da década de sessenta, assisti a um programa de calouros pela televisão. Naquela época V. da Conquista já recebia sinal da TV Tupi, o qual chegava através da Embratel. No mencionado programa apresentou-se um calouro, cujo mérito maior era, com sua voz anasalada e alguns trejeitos, tentar parecer um dos ídolos do momento. Leia na íntegra.

A cópia da ata

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Resolvi convocar meus seis leitores para uma assembleia. Eles são seis: três milhos que leem por obrigação e três amigo,por amizade mesmo. A pauta era meu desejo de publicar uma poesia de versos livres. Eu queria a opinião deles. Aberta a discussão senti a má vontade de todos, dando a entender que eram contra, mas resolveram através de votação secreta, no que resultou empate: três a três. Comentei que eu o presidente da assembleia e poderia dar o voto de desempate. Todos foram contra, alegaram que eu era parte interessada e não poderia votar e que outra pessoa deveria desempatar. Leia o artigo na íntegra. 

E o Direito, o que é?

Foto: Blog do Anderson
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Jorge Maia

Fui convidado para assistir a uma palestra no auditório da UEBE – Universidade do Estado da Beócia. Embora estivesse muito ocupado, não pude resistir. O convite partiu do filósofo Zé Picuinha, de quem já falamos em outra ocasião. O tema da palestra era: E o Direito, o que é? Não esconde um leve sorriso, afinal, o tema é interessante, torna-se especial em razão do palestrante. Confirmei a minha presença, mas antes cobrei a promessa de que eu teria suco de gabiraba e fofão, importados de Aracatu. Fui atendido.

Ode às manhãs

Jorge Maia

Jorge Maia

As manhãs sempre exerceram um fascínio muito grande sobre mim. Quando criança procurava nos doces mistérios da vida, compreender o encanto mágico daquela parte do dia. Sempre transportando-me para um estado de renovação e esperança.

Certas manhãs eram especiais, traziam consigo um componente característico. E se uso o verbo no passado é porque me refiro a um tempo distante, quando as manhãs vinham acompanhadas dos sonhos e fantasia da infância. Aquelas manhãs nascidas do ventre de uma noite de tempestade, em que raios e trovões assustavam, fazendo a minha imaginação percorrer terras distantes, povoadas monstros e anjos, cujas presenças eram afastadas pela chegada do sono.