
Teve início nesta segunda-feira (9), no Fórum Felinto Bastos, em Feira de Santana, o júri popular de Rafael de Souza Lima, acusado pelo assassinato da estudante de engenharia civil Sashira Camilly Cunha Silva. O crime ocorreu em Vitória da Conquista, mas o julgamento acabou transferido de Comarca após pedido da defesa, que alegou a forte repercussão do caso no Centro Sul Baiano.
Sashira, que tinha 19 anos na época, sofreu um ataque na região da Lagoa das Flores e seu corpo acabou localizado posteriormente em Planalto. A acusação sustenta que o réu, ex-namorado da vítima, planejou o crime com o auxílio de dois cúmplices com o intuito de vender o veículo da jovem. Em entrevista ao Jornal da Manhã, com cobertura no BLOG DO ANDERSON, o padrasto de Sashira, Célio Roberto Lima Barbosa, manifestou confiança nas instituições e destacou o caráter pedagógico de uma possível condenação para a sociedade.
“Sabemos que não vamos ter mais nossa filha de volta, mas que tome de exemplo para que outros rafaéis não façam o que esse rapaz fez”, declarou emocionado. Enquanto os outros dois envolvidos respondem em processos separados, Rafael pode enfrentar uma pena de até 30 anos de reclusão. A defesa afirmou, em nota, que o julgamento seguirá o devido processo legal e que as teses serão baseadas estritamente nas provas dos autos.

