Jorge Maia: Morador de Rua

Foto: BLOG DO ANDERSON

Jorge Maia | Professor e Advogado | maiajorge@yahoo.com.br

Todos nós moramos em uma rua. Quando nos perguntam o nosso endereço afirmamos que moramos na rua tal. Nossa casa, nosso trabalho, os nossos interesses, em uma cidade, sempre estará em uma rua. Afirmar que alguém é morador de rua nos remete à compreensão de que aquela pessoa mora, literalmente na rua. O lugar de cada um deveria ser no orçamento anual dos entes públicos. Ali, sim, deveria morar cada um dos cidadãos de uma cidade. >>>>

Jorge Maia: Domingo sem Parque

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Neste mês tivemos vários feriadões. Nestas oportunidades saio pela cidade para uma caminhada, ou para levar os netos para um passeio. Não há um lugar público destinado aos passeios com as crianças. Em outro momento eu me referi à fonte luminosa da Olivia Flores, no caminho da Uesb. Nas diversas vezes em que ali estive observei mães com os seus pequenos sentados na relva descansando ou simplesmente apreciando a calma do lugar. Afinal, o barulho da água, a tranquilidade do local, pessoal da caminhada, as conversas, tudo enfim convida para o local. >>>>>>

Jorge Maia: Praça da Bandeira, um desafio

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No período de 1963 a 1982 frequentei diariamente a Praça da Bandeira, por isso tenho uma esteira ligação com aquela praça. Formando o tríplice conjunto; Praça Barão do Rio Branco, Praça Nove de Novembro, sobre as quais já me referi anteriormente, tenho, na Praça da Bandeira, um referencial de memória que compõe o tecido das lembranças do adolescente e do jovem que um dia fui. >>>>>>>

Jorge Maia: A mesma praça, o mesmo banco…

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Jorge Maia | Professor e Advogado | maiajorge@yahoo.com.br

A praça tem um lugar especial na vida de todos nós. Nas pequenas cidades a praça é o ponto de encontro, é a referencia para o endereço, é sempre próxima da Igreja Matriz. É o lugar para evento publico. Em cada cidade cada praça tem a sua história e que compõe a história da sua gente. Em nossa cidade temos duas praças que possuem representações simbólicas e políticas: a Praça Barão do Rio Branco, onde sempre pulsou a vida da cidade em suas festividades. Leia a crônica do Doutor Jorge Maia.

Jorge Maia: Fontes, luzes e cores

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Eu era menino, e não faz muito tempo, e me lembro da fonte luminosa que existia na Praça da República, Jardim das Borboletas, no centro da cidade. Não era comum que ela funcionasse, mas em dias especiais era ligada e tínhamos alguns momentos de fascinação. Sim uma fonte luminosa fascina, em especial às crianças que se encantam com o sobe e desce das águas e procuram entender de onde vem tanta água que nunca acaba. Um fluxo constante e inalterado em que a continuidade para ser eterna. São momentos de fantasia sempre recordadas. >>>>>