Reginaldo de Souza Silva: Onde estará você?

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Reginaldo de Souza Silva | Professor | reginaldoprof@yahoo.com.br

Em datas diferentes pelo mundo comemora-se o Dia dos Pais. No Brasil é o segundo domingo do mês de agosto, oficializado no ano de 1953 em comemoração a São Joaquim. Neste dia, milhões de pessoas, tentando superar as dores que a vida apresenta, irão abraçar o seu pai, ainda que a distância, comemorar este dia, suas lembranças, seus desafios e registrar o seu amor e importância. Outro(a)s não vão poder abraçar, beijar, compartilhar ou mesmo olhar. Restarão as lembranças no coração, nos hábitos e valores da vida, nas refeições, nas pequenas e grandes comemorações, no jeito de ser, falar, agir, no carinho, na disciplina, no esforço, na fé e na luta constante. Quantos momentos de superação… Leia a íntegra.

Alexandre Xandó: em quais localidades moram as vítimas da COVID-19 em Vitória da Conquista?

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Alexandre Garcia Araújo | advogado e professor doutorando pela UESB 

Os impactos da COVID-19 em Vitória da Conquista são cada vez mais desastrosos, o número de pessoas infectadas só aumenta e aliado a isso, o número de vidas perdidas. Por vezes, quando olhamos os números isolados nos informativos da Prefeitura [Municipal de Vitória da Conquista], não nos damos conta da dimensão da pandemia, por isso trazemos neste estudo alguns gráficos com base nos dados oficiais até o dia 4 de agosto. O primeiro gráfico mostra a evolução do número de casos, e segundo a evolução no número de óbitos. Vale destacar que o processo de reabertura do comércio, bares, restaurantes e academias se deu a partir de 1º de junho.

Atentando-nos para o número de óbitos, um questionamento que surge, é quem são essas pessoas que estão morrendo, de onde são e o que representam? Levar em consideração e tornar público da forma mais clara possível o perfil de quem a COVID-19 mata em nosso permite que o enfrentamento dessa pandemia seja mais ordenado e eficaz. Porém, essa informação não é trazida pelos boletins diários da PMVC [Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista], a origem das vítimas fatais da COVID é apenas citada, não sendo feita nenhuma análise mais apurada sobre o que esse dado representa. O gráfico a seguir apresenta a distribuição do número de óbitos por bairro e zona rural. Apesar de até o momento o bairro Candeias liderar o ranking do número de casos (213 pessoas infectadas), apresenta o menor número de óbitos (1 pessoa), enquanto que a maioria absoluta de mortes foram nos bairros mais periféricos de Conquista.

E o que isso significa? Segundo um estudo sobre a população negra e Covid-19: “reflexões sobre racismo e saúde”[1], as desigualdades sociais colocam populações em situações mais precárias de adoecimento e morte, sendo distinto o impacto de acordo com o lugar ocupado pelos grupos populacionais na estrutura social. É sabido ainda, que quem ocupa esses espaços desfavorecidos socialmente, é a população negra. Sendo assim, no Brasil e em Conquista quem morre tem cor e moradia definida, dados estes totalmente negligenciados pelo poder público municipal. Outro dado que é apenas citado e não analisado é referente às unidades hospitalares as pessoas estão morrendo. Abaixo um gráfico que mostra a distribuição de óbitos por unidade hospitalar. Acompanhe os dados na íntegra.

Perícles Prado: a COVID-19 veio para ficar?

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Perícles Melo Prado | médico

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta segunda-feira (3), que ‘talvez nunca existirá uma vacina ou cura definitiva para a COVID-19’. “Não existe bala de prata no momento e talvez nunca exista”, Tedros Adhanon, diretor geral da OMS. Ele diz: há preocupação de que talvez nenhuma vacina funcione, ou se funcionar a proteção pode durar só alguns meses. A OMS mostrou através de exames sorológicos feitos em vários países, que menos 10% dos pacientes que tiveram COVID desenvolveram anticorpos. Ou seja, 90% de quem já teve COVID não fabrica anticorpos, mas apenas ativam as células T que fazem parte do sistema de defesa do organismo, mas só elas não são suficientes para garantir proteção. Leia a íntegra.

Homenagem de Zé Raimundo: um adeus para Jorge Portugal

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A vida,com os seus mistérios, sempre nos pregando peças. E lá vai Jorge Portugal … e deixa a tristeza pesada nos corações dos parentes, de amigos, de inúmeros ex-alunos, de admiradores e dos lutadores sociais antirracistas e antifascistas. E deixa desafinados os instrumentos musicais; sem versos, sem rima e sem métrica, o poeta. A língua portuguesa perde um grande mestre e a cultura fica enlutada.Eh Santo Amaro, não dava para esperar um pouco mais? Deixar passar essa pandemia, para, massivamente, podermos celebrar a alegria de ver o mar de Amaralina, com o amor de suas meninas? Não dava para esperar mais fevereiros, para irmos rezar nas novenas de dona Canô? Não dava para esperar mais maios, para relembramos a geração 68 e sambarmos nos ritmos das violas machetes? E lá vai Jorge Portugal, um artesão da amizade, que viveu para engraçar o mundo.

Ruy Medeiros: Novo desenho?

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Ruy Medeiros

As eleições municipais batem à porta. Embora tenham sido adiadas para novembro, há sensação de que já estão em cima da hora. Elas ocorrerão diante de um quadro diferente daquele que dominou o momento das eleições presidenciais, não apenas por que é outro ano e as realidades locais sejam o tema, embora forças sociais e partidos sofram pesadamente a influência de fatores de importância geral, como a onda antiesquerda (mais que antipetista) que dominou aquelas eleições para Presidente da República. Trata-se da mesma sociedade e estão presentes os mesmos partidos e grupamentos. Por certo, também está presente a mesma polarização, mas o núcleo de um de seus polos encontra-se contaminado com a visível incompetência que demonstra na condução do país. Leia a íntegra.

Sobre a COVID-19: A Detração das Verdades Factuais

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“O lugar do inconsciente é a linguagem; esta mesma nos domina e nos aliena” (Lacan)

Doutor Marcos Luna

Desde o início deste século XXI, alcançou notoriedade contumaz nas mídias jornalísticas, e repulsa nos meios acadêmicos da linguística e da filosofia-lógica, a percepção de que a realidade com seus fatos ordinários, ou não, está sendo entremeada e sublinhada por diversionismos, mistificações, injúrias anônimas, oportunismos partidarizados e delações criminosas, cristalizando-se em detrações sistemáticas à veracidade histórica passada e contemporânea. Leia a íntegra.

Análise de uma Doutora da UESB: A importância sócio-econômica das pessoas “de fora” de Vitória da Conquista

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Professora Doutora Rita de Cássia Mendes Pereira | UESB

Vitória da Conquista destaca-se no estado da Bahia como centro regional de comércio e serviços e, particularmente, como polo regional de saúde e educação. Conta com, aproximadamente, 350.000 habitantes, mas, em tempos de normalidade, essa população mais do que duplica no dia-a-dia, graças ao afluxo de pessoas de dezenas de municípios do centro-sul e, mesmo, de regiões mais longínquas do estado da Bahia e até do norte de Minas Gerais. As pessoas “de fora” vêm para a cidade de Vitória da Conquista em busca de estudos, de serviços de saúde, de centros de compra e de lazer. Os grandes atacados, o comércio de rua e os shoppings centers têm nos “forasteiros” uma parte considerável dos consumidores, que para aqui se dirigem com o objetivo de abastecer suas casas e pequenos comércios locais ou, simplesmente, para satisfazer seus desejos de consumo. Leia a íntegra.

Fábio Sena: Ronaldo do Sax, um amigo-irmão que partiu

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Por Fábio Sena

Ronaldo Silva, ou Ronaldo do Sax – para nós, amigos próximos, apenas Ronaldinho – era uma interrogação ambulante. Era um sujeito que perguntava o tempo todo. Que buscava coerência nas coisas. “Venha cá, velho, esse cara é doido, é?”. Era a senha para iniciar uma sessão filosófica que, dependendo dele, vararia horas e até dias. Ele simplesmente não admitia a não-resposta, ou o silêncio como resposta. Mergulhava, ora na leitura, ora na solidão, para interpretar a vida, para conhecê-la, sempre na esperança de tê-la entre os dedos, de dominá-la. Intenso, ele irradiava vida. Como Belchior, tinha um coração selvagem e uma terrível pressa de viver. Com seu som e sua fúria, Ronaldo sempre deixou de lado a certeza e arriscava-se em tudo de novo, com paixão. Às vezes, ele simplesmente desaparecia. Quando íamos saber, estava tocando com a orquestra de Fred Dantas, em Salvador. Ou estava em Pernambuco, ou no Maranhão. Ou em São Paulo. Guiado sempre pela paixão ao instrumento, pela música, única razão de sua existência, sabemos todos nós que o conhecemos. Leia a íntegra.

Boletim do Coronavírus: Daniel Silva detalha os 1.620 casos e as 33 mortes pela COVID-19 em Vitória da Conquista

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O Boletim do Coronavírus desta segunda-feira (20) traz o jornalista, que também é cirurgião-dentista, Daniel Silva. No Brasil Notícias Daniel Silva detalhou os 1.620 casos e as 33 mortes pela COVID-19 em Vitória da Conquista. Ele faz alerta para evitar o contágio desse patógeno que está circulando por todos os cantos do Brasil.

Tributo a Robson Marocci: ego amadurecido

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Valdir Gomes Barbosa

Bem-apessoado, simpático, elegante e tranquilo, fala mansa, bom vivedor, apreciador dos prazeres que nos oferece a existência, cortês no trato com todos, do tipo diplomata, mas, dono de argúcia apurada, sagacidade esmerada e coragem pessoal decidida, predicados estes que o fizeram exercer por décadas, com proficiência, a carreira que abraçou desde muito jovem. Leia essa homenagem na íntegra.

Paulo de Tarso: porque não posso (nem devo) torcer para esse Governo do Brasil dar certo

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Paulo de Tarso Magalhães David

“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal,

mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.”

Albert Einstein

Sempre que emito uma opinião, geralmente crítica, a gestão do Governo Federal, alguns bolsonaristas, assumidos ou envergonhados, afirmam que estou “torcendo contra o governo”. Eles alegam que essa atitude significaria “torcer contra o Brasil”, ou ainda “torcer para que o país não dê certo” e que isso “não é seria uma atitude digna de um democrata”. Mais uma vez, venho a público discordar de todos estes argumentos. Como sugere o título, neste artigo explicarei porque não posso (nem devo) torcer para esse Governo dar certo. Leia a íntegra a opinião do doutor Paulo de Tarso.

Edvaldo Paulo de Araújo: Falta sempre um pedaço

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Edvaldo Paulo de Araújo

Quem de nós, nos momentos belos, não tem a sensação de que falta algo ou alguém? Às vezes, em lugares lindos, momentos iluminados, sempre vem a sensação de que falta algo, pensamos sempre nisso. Às vezes, estamos em um lugar e, encantados, pensamos. Às vezes, colocamos que gostaríamos muito de que determinada pessoa ali estivesse, que preencheria mais o momento. Não é insatisfação, não é falta de agradecimento de ali estar; é que gostaríamos de que os que mais amamos, ou aqueles que se identificam com aquele momento estivessem ali conosco. Leia a íntegra.

Zé Raimundo Fontes: O Dois de Julho e a importância da Bahia na Independência do Brasil

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José Raimundo Fontes

A história nem sempre é um “carro alegre cheio de um povo contente” e muito menos uma “carroça abandonada numa beira da estrada”, como poetizaram Pablo Milanés e Chico Buarque. Seja como lembranças individuais, seja como   memória coletiva ou ainda enquanto narrativa sistematizada, com fundamentos metodológicos e pretensamente explicativos, a história está intrinsicamente ligada ao registro das condições e ações humanas no tempo. Nesse sentido, todo passado pode ser história. Contudo, há feitos, acontecimentos e episódios que se sobrelevam e marcam épocas e momentos no transcurso das sociedades. Todo tempo presente carrega em suas entranhas componentes pretéritos. O passado nunca morre pois é preservado, socialmente, tanto nas instituições-memória quanto nas comemorações, nas efemérides, nas celebrações e rituais coletivos. Aqui reside o real significado dos festejos e lembranças de determinados acontecimentos e datas, como são os casos do 7 de setembro e do 2 de julho. Confira na íntegra.

Carlos Costa: Elegia a José Ângelo Figueiredo e Iure Soares

Não somos seres humanos vivendo uma

experiência espiritual; somos seres espirituais

vivendo uma experiência humana.

Padre Teilhard de Chardin

                                           

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Carlos Antônio Costa

Se estivesse vivo, neste Dois de Julho, completaria cento e um anos um grande amigo que partiu para a eternidade no dia 21 de dezembro de 2012. Ele tinha nome angelical, mas era um verdadeiro santo! Refiro-me ao saudoso José Ângelo Figueiredo, muito conhecido em Conquista como Zeca Sapateiro, ofício que ele exerceu por mais de sessenta anos,  além de ter sido um mestre e formado dezenas de profissionais que ainda atuam espalhados por diversas regiões do Brasil. Seu Figueiredo, como muitos costumavam chamá-lo, era um iluminado, daqueles que nascem um a cada cem anos. Era uma pessoa boníssima, servidora e com uma vida exemplar e irretocável. Viveu toda sua vida para a família e para a sua fé, tendo sido um dos principais propagadores da Igreja Batista na região sudoeste da Bahia. Era uma pessoa muito inteligente, culta e amante da leitura.  Aprendi com ele, ainda na minha infância, o gosto pela leitura e o amor pelos livros. Sempre tinha na sua residência  exemplares da Revista Seleções, os quais eu sempre lia com muita avidez. Leia a íntegra.

Alba Magalhães: A parábola da minha vida

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Alba Magalhães

Para entender o Evangelho (EV) de Jesus, é necessário observar sua narrativa dentro da simbologia cultural de sua época. Os estudiosos cultos fazem bem esse trabalho ao se aproximarem do EV no seu tempo. Mas para retirar dos ensinamentos a aplicabilidade de seu sentido atemporal não basta nos aproximarmos do EV, é imprescindível um segundo movimento, aproximá-lo de nós, traduzi-lo para a modernidade, com a linguagem do nosso tempo. As parábolas, principalmente, necessitam receber esse tratamento. Leia a íntegra.

Roberto Paulo Machado Lopes: Emitir moeda ou aumentar a dívida pública contra a crise?

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Roberto Paulo Machado Lopes

Estamos acostumados a vivenciar crises econômicas oriundas de disfuncionalidade nos mecanismos de produção, de consumo, do sistema financeiro e/ou decorrente de desequilíbrios fiscais. Para o enfrentamento destas crises temos um acumulado de experiências, uma vasta literatura e evidências empíricas sobre a melhor forma de enfrenta-las. Além de conhecermos as causas e efeitos, possuímos um conjunto de parâmetros que permite uma dosimetria adequada no tratamento. O colapso econômico atual, entretanto, não é oriundo do sistema produtivo, trata-se de uma emergência de saúde pública de importância internacional que afeta o sistema produtivo e que, diferente das crises do sistema econômico, não há parâmetros ou modelos que permitam estimar seus efeitos ou introjectar soluções.  É um fenômeno raro, imprevisível e de forte impacto; daí a instabilidade gerada e o assombro de trabalhadores, empresários e governos. A vantagem (se é possível falar em vantagem nessas circunstâncias) é que, uma vez superada o surto da doença, a volta à normalidade será mais rápida do que em crises fiscais ou financeiras. Seus efeitos não se alongam tanto quanto nas instabilidades econômicas e não compromete a taxa de crescimento futuro, pois o choque sofrido pela economia foi externo a ela. Leia a íntegra mais um artigo do professor doutor Roberto Paulo Machado Lopes.

Edvaldo Paulo de Araújo: Último

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Edvaldo Paulo de Araújo

Na vida, temos sempre momentos que são últimos! É uma verdade imutável e absoluta. Se verificarmos nas nossas lembranças, temos momentos vividos, principalmente com pessoas, que foram últimos e nos deixam um alerta muito importante. Em 1988, estava de férias na Ilha de Itaparica. Hospedava uma pessoa por um intercâmbio. Precisava pegar o ferry e ir a Salvador levá-la para apresentá-la na Polícia Federal sobre o seu visto. Meu irmão amado, Edmundo,  estava com meu sobrinho Rogério a realizar um trabalho em Salvador. Leia a nova crônica de Edvaldo Paulo de Araújo.

Ruy Medeiros: Pode o mundo chorar sua agonia

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Ruy Medeiros

O Governo Bolsonaro chega quase ao fim sem ter sido.  Desprovido de apoio e de quadros, vem se revelando o que é: mero discurso dia a dia no sentido de manter o grupo unido e de captar se há assonância para o fechamento político.  A cada dia por outro viés, desmente tudo o que disse, sofre pressões e resolve ameaçar – chutar o pau da barraca. Não consegue apoio no Congresso.  O isolamento do capitão reformado é maior a cada minuto. A virulência do discurso fascista com que tenta agradar a direita não tem impedido que arrependidos venham a público externar o sentimento de profunda decepção com o governo. Leia a íntegra.

Ubiratã Félix: Eleição democrática, participativa e sem COVID-19 no Sistema CONFEA/CREA na Bahia

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“O Sistema CONFEA/CREA é um gigante”, disse recentemente o presidente em exercício da entidade em um vídeo institucional. Com quase 1 milhão de profissionais registrados, o Sistema – que representa os detentores do saber tecnológico no Brasil – insiste em fazer eleição no próximo dia 15 de julho de 2020 de forma presencial, usando urnas de lona em meio à pandemia de Coronavírus. Leia na íntegra.

André Paulo Barros Cairo: MCMP não vê motivos para comemorar Dia Mundial do Meio Ambiente

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André Paulo Barros Cairo

Agressões ambientais e descumprimento de Leis em partes da Terra, causam Desequilíbrio Sustentável, Mutações Climáticas, Prejuízos, Revoltas e Manifestações! O Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura, André Cairo, não vê motivos para comemorar o 05 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, somente louvar atitude do Cacique Seatle da Tribo Duwamish, que em 1854, ao receber proposta do Presidente dos EEUU, Franklin Pierce para comprar suas terras, a resposta em carta destaca: “Se vendermos nossos terras, ame-as como nós amávamos, protege-as como nós a protegíamos, ferir a Terra é demonstrar desprezo pelo Criador”. As terras foram vendidas e hoje Cidade Seatle em Washington, foi em homenagem ao Homem Vermelho, Cacique Seatle. Leia na íntegra o artido de André Cairo.