
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia suspendeu temporariamente o mandato do vereador Diogo Gomes de Azevedo Feitosa em caráter liminar, conforme destacado em reportagem do BATV nesta quinta-feira (2). A decisão judicial decorre de uma ação de decretação de perda de cargo eletivo por infidelidade partidária, ajuizada por Alisson Roberto Seles Sá, primeiro suplente do partido União Brasil. O autor do processo alega que o parlamentar migrou para o Partido da Social Democracia Brasileira sem justificativa prevista em lei e sem autorização formal da sigla pela qual acabou eleito nas Eleições 2024, motivando a determinação para que a Câmara Municipal de Vitória da Conquista dê posse imediata ao suplente, embora a medida ainda caiba recurso.
Por telefone, Diogo Azevedo declarou discordar completamente do posicionamento da desembargadora relatora e assegurou que recorrerá da decisão, manifestando tranquilidade e confiança em uma revisão pelo plenário da Corte Eleitoral.
O edil sustentou que a desfiliação ocorreu motivada por perseguição política, circunstância que afirma estar amplamente demonstrada nos autos do processo por meio de provas documentais e testemunhais apresentadas pela defesa técnica. Os partidos União Brasil e PSDB não emitiram posicionamento imediato, enquanto o presidente do Parlamento Conquistense, Ivan Cordeiro da Silva Filho, do Partido Liberal, destaca que a casa se encontra em recesso parlamentar e não recebeu notificação oficial da Justiça Eleitoral até o momento, mas garante o estrito cumprimento do devido processo legal assim que a instituição for formalmente comunicada, com o acompanhamento completo no BLOG DO ANDERSON.








































































