
A pequena Geovanna nasceu há quatro meses e é uma das 395 crianças soteropolitanas afetadas pelos efeitos do vírus Zika. Diagnosticada com microcefalia, a menina é levada uma vez por semana, pela mãe Sílvia de Jesus Pinheiro, ao Instituto Bahiano de Reabilitação (IBR). Um grupo de atenção às famílias de crianças com microcefalia foi criado no local. Mãe de Geovanna e professora do Nordeste de Amaralina, na periferia de Salvador, Sílvia diz que a orientação dos profissionais vai ajudá-la a estimular o desenvolvimento da filha. Leia na íntegra a reportagem da Agência Brasil.

























