
Beócia 30 de fevereiro de um ano qualquer
Querido Jorge Maia,
posso chamá-lo de Querido? Acho que sim, e nas próximas cartas não farei mais esta pergunta. A situação está feia, nos transformamos em um país de muitas metas e não abemos se estamos cumprindo alguma delas, às vezes eu penso que é melhor não ter meta nenhuma. Todos os setores estão em queda. Greves por todos os lados. A gasolina custa um dólar o litro e a cebola fugiu dos pratos deixando-nos na dúvida sobre qual comprar. Leia na íntegra.



























