
Jorge Maia
Beócia, 30 de fevereiro de um ano qualquer
Querido Jorge Maia, posso chamá-lo de querido? Penso que sim, você sempre cita o meu nome em sala de aula: Maria Joaquina do Amaral Pereira Góes, o que me garante certa aproximação. Quero dizer que o título da minha carta, chamada de missiva é para fazer referencia à opinião de Francis sobre palavras e meios antigos de iniciar uma correspondência, mas não é isso o meu tema de hoje, contudo, voltarei a falar de Francis no decorrer da minha missiva. Leia na íntegra.















