Por Ricardo Marques
Vitória da Conquista tem assistido a um debate no mínimo curioso nos últimos meses, acerca do projeto de lei de autoria do executivo municipal que cria a Fundação Pública de direito privado para gerir o Hospital Municipal Esaú Matos. Trata-se de um debate curioso, pois a oposição parlamentar e radiofônica no município historicamente comemorava as raras notícias de óbitos ou insucessos do hospital Esaú Matos, sempre tentando transformar casos de dramas pessoais em instrumentos de disputa política. Com a proposta do executivo de criar a Fundação Esaú Matos, essa mesma oposição mudou de lado e apontou que na face da Terra não haveria um hospital melhor do que o hospital municipal, e agora os “maus” da prefeitura queriam “privatizar o Hospital” para “prejudicar a população”. Contradição número um.













