Trabalhadores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE, ex-DRT), retomaram a greve nacional por tempo indeterminado nesta quinta-feira (22). Além de Vitória da Conquista as atividades estão suspensas também em outros municípios baianos, como, Barreiras, Santo Amaro, Feira de Santana e Ilhéus. Ao todo, dezessete estados já aderiram à mobilização.
O protesto é contra a quebra de acordos por parte do governo, sobre a implantação do Plano de Carreira Específico da Categoria e a reestruturação do órgão.
Os trabalhadores lutam também para impedir a aprovação do Projeto de Lei 549/09, que propõe congelamento de salários e investimentos no setor público pelos próximos dez anos.
Com a greve, apenas as atividades de fiscalização continuam funcionando, porém, de modo precário. Estão suspensos os serviços de emissão de Carteira de Trabalho, as reclamações trabalhistas e as homologações de demissões, registro profissional, seguro-desemprego e abono salarial. Com informações do A Tarde

Provocado durante toda a obstrução que durou mais de 30 horas e acabou nesta terça-feira (20), à noite, na Assembleia Legislativa, quando oposicionista discursavam dizendo que ele não conseguiria aprovar os projetos em pauta, o líder do Governo, Waldenor Pereira, foi à forra no final da votação. “Não tripudio contra a oposição porque exerço a política com ética. O fato é que aprovamos cinco importantes requerimentos de urgência e todos os projetos, especialmente o da operação de crédito com o BNDES, alvo das maiores investidas. Portanto, posso dizer: “ao perdedor, basta a derrota”, disse em entrevistas à imprensa e nas comemorações com os aliados. Mas o líder também devolveu as provocações com outra estocada, desta vez contra os pré – candidatos da oposição, cujas bancadas na Assembléia Legislativas foram duramente pressionadas para votar e saíram derrotadas: “O governador Jaques Wagner mais uma vez mostrou competência política e venceu todas as investidas conjuntas dos caciques oposicionistas”, provocou.






Em artigo publicado nesta terça-feira (20) no jornal A Tarde, intitulado “A Bahia do presente sente falta de ACM”, o deputado federal ACM Neto (DEM) defende a tese de que o carlismo não morreu. Pelo contrário, acabou ficando mais forte no governo Jaques Wagner (PT). O artigo, ressalta as qualidades de homem público do falecido senador e avô do deputado, afirma que “o carlismo está mais forte do que nunca porque a fraqueza e a incompetência do governo Wagner só aumentam as saudades de ACM”.
