
Paulo de Tarso Magalhães David
Dois regimes dotados de armas nucleares lançaram-se em uma guerra de agressão contra um país que ainda negociava diplomaticamente. Em um de seus primeiros atos, bombardearam covardemente uma escola para meninas, assassinando mais de 160 jovens. Em seguida, executaram um dos mais respeitados líderes religiosos do Islã. Em apenas trinta dias de conflito, dezenas de escolas, hospitais, ambulâncias, usinas de energia e sistemas de abastecimento de água foram destruídos. Esses não são danos colaterais, mas sim crimes de guerra meticulosamente documentados. Nada disso surpreende. Trata-se de duas nações habituadas a praticar terrorismo de Estado, derrubar governos democraticamente eleitos, destruir nações inteiras e cometer genocídios, seja de forma direta, como em Gaza, ou indireta, por meio de sanções letais e bloqueios econômicos, sempre sob o manto da impunidade. >>>>>.





























































