
A Associação Comercial e Empresarial de Vitória da Conquista (ACEVIC), presidida pelo contador Raimundo Amaral Menezes Filho, lançou na noite desta quinta-feira (5) o Projeto +Conquista. A iniciativa carrega a missão de unir e representar a classe empresarial local, atuando como catalisador do desenvolvimento econômico, da inovação e do fortalecimento do ambiente de negócios regional. A palestra de abertura, com o detalhamento das ações, ficou sob a responsabilidade do economista e diretor de Empreendedorismo da instituição, Hugo Clapton Nogueira. Sobre os objetivos do grupo, Raimundo Amaral Menezes Filho destacou: “nossa visão é consolidar o grupo como a principal referência institucional do interior da Bahia em representatividade empresarial, geração de negócios e influência ativa em políticas públicas”.
O evento reuniu diversas representações, como SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), 77ª Companhia Independente de Polícia Militar, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Faculdade Independente do Nordeste, Câmara de Dirigentes Lojistas, Sindicatos e outras entidades de peso, consolidando uma frente ampla em prol da Joia do Sertão Baiano. Durante o lançamento, o presidente reforçou ao BLOG DO ANDERSON o papel da associação na cobrança por melhorias estruturais e sociais: “Acho que é o papel da Associação Comercial, nossa cidade. A gente vem fazendo um trabalho de desenvolvimento, acompanhamento e também procurando contribuir com o nosso poder público? A nossa cidade, ela precisa ter um cuidado especial e nós enxergamos a necessidade de fortalecer com todas as instituições para a gente ter uma voz ativa e cobrar também no poder público alguns equipamentos que estão parados.
O sino madrigal é um exemplo. A nossa barragem do Rio Catolé, que é uma necessidade para o nosso município? Que tá lá e a gente não sabe o que pegar, quando é que vai inaugurar, quando é que não vai. A questão dos voos, que isso é discutido há muitos anos e e outras demandas que tem? O espaço do aeroporto, do antigo aeroporto? Tomar ali ninguém sabe o que que de fato foi feito, que vai ser feito, para onde vai ser doado. Então, hoje nasce um grupo forte pra gente tomar certas decisões que vai contribuir com o desenvolvimento econômico em empresarial. E também uma coisa que nos incomoda muito é os menores na rua vendendo doce à noite que eu não vejo aquilo de jeito nenhum de uma forma natural. Então vamos cobrar do judiciário ajuizar de menor para poder realmente justificar o porquê. Criança é no colégio e depois das 16 horas é em casa, por que na rua?”.































































































































