
Empresário, ex-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e da Associação Comercial e Empresarial de Vitória da Conquista (ACEVIC), Márcio Pedro Costa concedeu entrevista ao BLOG DO ANDERSON na tarde deste sábado (15). Durante o bate-papo no Bar do Paulinho, localizado no Centro, o gestor, que também integra a diretoria da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia (FCDL-BA) e a Loja Maçônica Cavaleiro do Oriente, relembrou sua trajetória e analisou a expansão do Comércio Urbano na Joia do Sertão Baiano. Cidadão Conquistense nascido no Rio de Janeiro e radicado em Conquista á 22 anos, Márcio afastou pretensões de disputa por cargos eletivos na vida pública, ressaltando que sua dedicação segue voltada às suas empresas e ao fortalecimento do ambiente de negócios.
Ao comentar sobre o dinamismo econômico, o líder empresarial rebateu avaliações de que o o Comércio Urbano estaria em retração. Segundo ele, o mercado vive uma fase de descentralização e expansão de polos comerciais por diversas avenidas e bairros, a exemplo da Olívia Flores, Juracy Magalhães e Luís Eduardo Magalhães. “O comércio está abrindo. Vitória da Conquista cresce e é muito pujante. Há poucos anos tínhamos um shopping com mais de 100 lojas, hoje temos mais de 140, e o segundo shopping já atingiu a marca de 100 estabelecimentos.
Há uma dispersão do comércio central para o comércio global de Vitória da Conquista, atração de investimentos externos e também o fortalecimento do espírito empreendedor do conquistense”, pontuou. Para quem deseja iniciar um negócioem Vitória da Conquista, Márcio Pedroa reforçou a necessidade de análise de mercado e planejamento prévio, destacando oportunidades nos setores de comércio, indústria, serviços e mercado imobiliário. Ao avaliar a infraestrutura urbana e a organização da cidade, o empresário traçou um paralelo com polos econômicos do Brasil, como Joinville, Maringá e Uberlândia. A respeito do avanço das plataformas de apostas esportivas (bets) no Brasil, o empresário salientou a importância da moderação e do consumo consciente por parte dos cidadãos perante o segmento regulamentado.


