
A atuação da Prefeitura Municipal de Salvador durante o segundo turno das Eleições 2026 virou centro de debates e apurações no âmbito judicial e legislativo. Relatórios do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) apontam centenas de coletivos retidos em garagens da Capital Baiana, contrariando o Decreto Municipal que garantia frota equivalente aos dias úteis. A ocorrência mobilizou a Polícia Federal e o Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) para apurar possíveis irregularidades na prestação do serviço ao eleitorado. Na Câmara Municipal de Salvador, a Oposição recolhe assinaturas para instalar uma Comissão Especial de Inquérito (CEI).
O presidente da Casa, vereador Carlos da Silva Muniz, do PSDB, condiciona a abertura ao cumprimento do quórum regimental e acompanha o andamento dos inquéritos federais. Em defesa, a Secretaria Municipal de Mobilidade (SEMOB) alega que o planejamento seguiu a mesma diretriz do primeiro pleito e atribui atrasos a atos de militância em portas de garagens. O Executivo soteropolitano lamenta a tentativa de criação da CEI, classificando a medida como articulação político-partidária. O BLOG DO ANDERSON segue acompanhando os desdobramentos administrativos e judiciais do caso. As informações são do Bahia Meio Dia.

