
Grandes empresas de Vitória da Conquista



Certo dia perguntei a uma pessoa amiga como estava passando e ela me respondeu que “apesar dos pesares” estava bem.Apesar dos pesares?perguntei. Disse ela: as angustias,decepções e problemas cotidiano.Depois de conversarmos, fiquei pensando nas tristezas e frustrações que minha amiga carrega em seus ombros. Não siga sua estrada carregando nas costas seu passado. Ele já passou, ficou pra traz como dizem “já era”!As atividades diárias já nos sobrecarregam, porque nos sobrecarregar ainda mais com um peso que já não nos pertencem? O que tenha acontecido e nos marcado, deixe pra traz. Usar a nossa inteligência para escolher o que é melhor para nós. Não podemos seguir um caminho carregando as pedras dele, senão como chegaremos ao ponto que queremos com tanto peso?É preciso no caminhar esvaziar a nossa bagagem de coisas que será um fardo e que certamente nos sobrecarregarão. Temos que aprender a isolar o passado, deixá-lo realmente para traz e seguir em frente livre de fardos desnecessários.
Dores magoas, ressentimentos, rancores, acontecem na vida de todos e no nosso dia-a-dia, mas não vale a pena levarmos muito a sério.Durante o nosso dia, acontecem muitos fatos que são mais importantes! É que com a visão embaçada por sentimentos negativos, não nos deixa ver. Esses sentimentos são pedras que você coloca no bolso na sua caminhada,são fardos pesados que atrasa, é salutar parar em algum lugar, em algum instante e deixar tudo isso e ir em paz e leve numa boa caminhada.Toda vez que estas coisas estiverem pela estrada, como um obstáculo, pule, ignore, vá em frente, livre no caminho da luz e da felicidade.

Na Tribuna Livre da Câmara de Vitória da Conquista na manhã desta quarta-feira (24), André Cairo, presidente do Movimento Contra a Morte Prematura (MCMP), falou sobre diversos assuntos que dizem respeito a problemas enfrentados pela população conquistense. Cairo cobrou a aquisição de equipamentos especializados para o Corpo de Bombeiros, criação de estacionamento específico para idosos, revitalização do monumento em homenagem a Glauber Rocha, do Bosque da Paquera, das zonas comerciais e das feiras livres da cidade. Falta de iluminação pública, caos no atendimento do Hospital de Base, desrespeito à Lei dos 15 minutos, construção do novo aeroporto de Vitória da Conquista e melhorias no trânsito também foram assuntos abordados pelo ativista. A ausência de um sistema eficaz de drenagem de água pluvial foi destacada por Cairo, que lamentou os transtornos causados com as últimas chuvas.
Por Fernando Odilon
Idalino Lima, O cineasta amador de 67 anos, que adotou o nome artístico de Tonis Lima, conhecido também como Gaguinho, que nos deixou na noite de quinta-feira (18/11/2010), no município de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. Era uma pessoa simples e de pouco estudo. A partir desta simplicidade, o que para muitos é motivo para se inibir e se esconder, Tonis Lima desenvolveu seu trabalho, não tendo vergonha de se expor, e com ajuda de amigos e familiares, colocou uma câmera na mão e partiu para realizar seu sonho de ser um cineasta. Os sonhos. Ah…, os sonhos. Poderosa ferramenta para quem os tem formigando em seu íntimo, uma alavanca capaz de mover o mundo, de transformar realidades e de fazer milagres. E graças a este sonho, Tonis Lima, ficou registrado a nível nacional através de entrevistas no programa de Jô Soares, no Fantástico e em outras entrevistas. No programa de rádio de Herzem Gusmão: “Resenha Geral”, criou bordões engraçados e comprometidos, como: “Boa tarde a todos e a todas e às crianças que é o futuro do amanhã” e com a voz clara e nítida de quem sabe o que está dizendo, não por ouvir dizer, mas por ser uma delas, cobrou das autoridades mais respeito com os mais humildes e com os bairros e povoados mais carentes. Eu, confesso, não sei se teria esta coragem. Fiz, talvez, sua última mensagem em vídeo. Em poucos segundos ele declara seu amor por Vitória da Conquista. E em respeito à sua saudosa memória, e para que Vitória da Conquista saiba que teve um filho que muito a honrou e que a amou com a aventurança dos humildes, estou divulgando abaixo, por não mais me pertencer. Muito obrigado Tonis Lima. E que Deus te ilumine em sua nova morada.

O dia 20 de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra, trata-se de uma data que foi estabelecida pelo Projeto de Lei sob nº 10.639, no dia 09 de janeiro de 2003. O dia sempre foi celebrado desde a década de 1960, a escolha foi para homenagear Zumbi o grande líder do Quilombo dos Palmares, que nasceu em 1655 e morreu no dia 20 de novembro de 1695. O seu nome de batismo é Francisco Padre Antonio Melo. Ainda garoto foi capturado pelos soldados e entregue ao padre Antonio Melo, de Porto Calvo, que foi educado por esse padre, que teve uma admirável aprendizagem com conhecimentos em Português e Latim aos doze anos de idade. O padre escreveu várias cartas a um amigo exaltando a inteligência de Zumbi. Mas em 1670 já com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. “Zumbi” significa a força do espírito presente, Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo de Palmares.

Ao longo dos dias, podemos verificar e com certeza estamos sempre usando esse adjetivo, sem a devida analise do que significa esta palavra tão cotidiana: preocupar. .Pré-ocupar-se é ocupar-se previamente com o que ainda não aconteceu e pode vir a não acontecer. Em geral, preocupamo-nos porque ansiamos evitar o desagradável ou alcançar o agradável. O nosso ego é uma parcela de cada um de nos que se apega,deseja, detesta, odeia,briga e teme. Tudo isso nos stressa e nos desgasta. Ao nos preocuparmos estamos antecipando ou vivenciando uma situação antes do devido tempo, que geralmente nos faz despender energia sem a menor necessidade.Das muitas causas de doenças e envelhecimento precoce, esse é um dos fatores.Nossa mente é muito ansiosa e sente necessidade de nos dominar, por isso este estado de busca por fatores futuros do que nos agrada ou nos desconforta ou ameaça, mesmo não estando presente.É preciso termos ações inteligentes e não se desgastar com acontecimentos simplesmente mentais.
”Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”-Mt. 6:34
Latifúndio e Minifúndio Político
Por Paulo Pires
Mal terminou a roçagem nos grandes latifúndios da política nacional [31 de outubro de 2010] já estamos tomando conhecimento de nomes para prefeito de Vitória da Conquista em 2012. Como diria Monteiro Lobato: Isso é bom, isso é mau. Bom porque quem ambiciona a cadeira do Executivo Municipal já expõe seu nome e, portanto, começa a fixá-lo na mente do Povo (Lula fez isso com dona Dilma Rousseff). Ao perceber que sua ex-ministra era desconhecida das massas o que fez o Sapo? Um ano antes da campanha oficial botou a mulher debaixo do sovaco e até nas inaugurações de chafariz lá estava ela ao lado do presidente. Mau porque antecipar o pleito tão rapidamente, pode promover uma sucessão de cizânias e ai pode acontecer de o mais esperto [politicamente] fazer com que muita gente se indisponha com muita gente. O que há de ruim nisso? O divisionismo. Em Política, mormente a brasileira, quanto mais se divide mais as possibilidades de vitória diminuem (mas no resto do mundo democrático não é assim?). É, mas com diferenças visíveis de que em outros países os partidos [embora sejam partidos] possuem unidades ideológicas. Aqui, nossos partidos parecem ter mais necessidades mercadológicas e/ou empregatícias do que Ideológicas.

Se alguém, algo, lhe disser que nesta vida, só tens alguns dias, meses o que você faria?Se desesperaria?Aproveitaria o tempo restante com mais qualidade? Reveria valores, enfim qual seria a sua reação?Pense nisso.
Uma moça de uns trinta anos, após consulta e exames, recebe do médico uma noticia que o seu corpo tinha uma doença incurável e em alto estagio. Não lhe restava mais muito tempo de vida. As chances de um tratamento eram mínimas e que, a aconselhava a viver com mais qualidade o tempo restante.
Era inverno, andou pelas ruas sem direção,chorou,pensou, relembrou de muitos momentos de sua vida. Como um filme em alta rotatividade as imagens do seu passado passavam e o que mais lembrava era da sua mãe e da sua família. Chegou em casa, se desesperou,chorou a noite inteira, mas veio um pensamento e uma decisão: pediria demissão, venderia algumas coisas que possuía, juntaria com umas economias e iria viajar conhecer lugares que tinha muita vontade e sempre adiava principalmente a França e a Itália.

Num período de minha vida, durante o mês, tinha algumas atividades em Salvador. Quando lá estava, ficava hospedado temporariamente, no corredor da vitória. Pela manhã sempre fazia minhas corridas/caminhadas lá no Campo Grande e sempre na volta, observava um velhinho sentado na área olhando para a rua. Durante o dia quando lá passava em alternados horários, la estava ele sentadinho com sua atenção voltada para o movimentadissimo corredor da vitória, trecho do campo grande até o largo da vitória, ou seja, a famosa avenida sete de setembro.
Esta rotina se passou por muito tempo, ou seja, meses, seja em que horário que passasse lá estava ele sentado, na sua atividade cotidiana, observando a rua e sua multimovimentação. Como a grade de proteção do prédio com a rua, era próxima ao mesmo, possibilitava uma conversa. Um dia tomei essa iniciativa e o cumprimentei. Repetindo este gesto sempre, procurei ampliá-lo com perguntas e conversas triviais.Com o passar do tempo, notei que ele sempre me aguardava e quando lá demorava de ir, sempre me questionava porque demorei ou quanto tempo ia ficar.No seu cotidiano a minha presença já fazia a diferença, era notado, sentia como algo ou alguém que se importava com ele.
Preocupado com o alto índice de acidentes automobilísticos que vem acontecendo em toda extensão do anel viário de Vitória da Conquista, desde a sua inauguração em dezembro de 2002, o Movimento Contra a Morte Prematura (MCMP) vem cobrando instalação de quatro viadutos, sendo em pontos que registram frequentemente várias ocorrências com vitimas fatais em atropelamentos, colisões entre veículos e capotamentos. Segundo o presidente do MCMP, André Cairo, para minimizar o índice de mortes prematuras, seria necessário a instalação, além dos viadutos, lombadas eletrônicas e iluminação nos locais de maiores acidentes, sendo no cruzamento entre o anel e a Avenida Juracy Magalhães (Urbis VI), no acesso a estrada que liga Vitória da Conquista a Barra da choça, um na saída para Anagé e outro na entrada para o Povoado de Campinhos. “Estive reunido com o presidente da Via Bahia, empresa concessora da BR-116, nesta semana e entreguei a ele o documento com as reivindicações. E me disse que estaria analisando para um possível atendimento”, disse Cairo que também já protocolou vários documentos no Ministério dos Transportes e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Denit). “Estamos encabeçando um abaixo assinado que será entregue a Via Bahia, afim de acelarar a instação dos viadutos” disse o presidente que já planeja manifestações em vários pontos da BR 116.
Por Ezequiel Sena
Seguramente um marco histórico para a Capital do Sudoeste da Bahia, os seus 170 anos de emancipação política administrativa. E o que mais impressiona é a velocidade do seu desenvolvimento – a cidade parece passar por uma séria variação de identidade –; a rapidez de transformação que a envolve materializa-se como se fosse uma ajustada metamorfose urbanística. Uma realidade que surge, um formato novo se configura, a nova era do virtual e da eletrônica, da beleza e da riqueza, mas, infelizmente, também, da atroz inimiga dos novos tempos: a incontrolável violência. O gigantismo atingiu a capital da pecuária e do café; o mundo do comércio invadiu becos, avenidas e ruelas – antes ocupados por casarios antigos –, abriu espaço para prédios, lojas, bares, restaurantes e magazines. Os bairros periféricos viraram cidades e ficaram independentes. De tudo se vende e se acha, aqueles residentes nas Vilas Serranas ou na Urbis VI, sabem do que estou falando, pois estão muito bem servidos de supermercados, panificadoras, farmácias, açougues tão equipados e abastecidos que sequer dependem do centro comercial para sobreviverem. E tudo isso nos dá a sensação de estar vivendo em um ambiente que encara o futuro de frente enchendo de orgulho a quem nele reside.

Preocupado com o alto índice de acidentes automobilísticos que vem acontecendo em toda extensão do anel viário de Vitória da Conquista, desde a sua inauguração em dezembro de 2002, o Movimento Contra a Morte Prematura (MCMP) vem cobrando instalação de quatro viadutos, sendo em pontos que registram frequentemente várias ocorrências com vitimas fatais em atropelamentos, colisões entre veículos e capotamentos. Segundo o presidente do MCMP, André Cairo, para minimizar o índice de mortes prematuras, seria necessário a instalação, além dos viadutos, lombadas eletrônicas e iluminação nos locais de maiores acidentes, sendo no cruzamento entre o anel e a Avenida Juracy Magalhães (Urbis VI), no acesso a estrada que liga Vitória da Conquista a Barra da choça, um na saída para Anagé e outro na entrada para o Povoado de Campinhos. “Estive reunido com o presidente da Via Bahia, empresa concessora da BR-116, nesta semana e entreguei a ele o documento com as reivindicações. E me disse que estaria analisando para um possível atendimento”, disse Cairo que também já protocolou vários documentos no Ministério dos Transportes e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Denit). “Estamos encabeçando um abaixo assinado que será entregue a Via Bahia, afim de acelarar a instação dos viadutos” disse o presidente que já planeja manifestações em vários pontos da BR 116.
(Uma homenagem a Pedro Dantas Moreira e a extinta Praça das Borboletas em Vitória da Conquista – Bahia)
Caminhávamos juntos pela praça e eu segurava em sua mão.Em cada canto ele falava: fica ai! Pegava com carinho em meu rosto, um leve toque quase de dois dedos, levantava minha cabeça, sorria para mim e dizia olhe para ali! Indicava- me o lugar se afastava um pouco e uma luz se acendia.
Ele falava: essa foto vai fica ótima! E íamos à procura de outro lugar. Qualquer ângulo da praça dava para belas fotos.
Mais alguns passos e eu me sentia como pássaro aprendendo a voar e a olhar. E ele dizia,olhe ali… E com carinho ele escolhia a direção.
Eu ia contemplando a praça, o parque, a Biblioteca infantil, o zoológico, a cidade dos pássaros, a fonte luminosa com águas de todas as cores. O macaco Cazuza e Simão.
Segura em sua mão, me sentia dona da praça e do mundo, não tinha medo algum. A gente comia pipoca na praça, lambuzava o queixo de sorvete, melava os dedos com algodão doce, tudo era permitido.
Por Shirley Oliveira | A TARDE
Personagem de mil faces
O perfilado deste mês é o que se pode denominar de pessoa fora do comum.
André Paulo Barros Cairo, conhecido em sua comunidade como André Cairo, não faz parte do grupo de pessoas medianas, previsíveis e que condenam a criatividade. Ele é do tipo que não se encaixa nos ditos ‘moldes sociais’ mais comuns. Natural de Vitória da Conquista, formado em Contabilidade, é ainda considerado ambientalista, ufólogo, astrônomo, músico, escritor, poeta, dançarino, artista plástico e ator. Aos 10 anos leu obras de Jorge Amado, José Mauro de Vasconcelos e Antoine de Saint Exupéry.