
Celino Souza | Jornalista | [email protected]
De que adianta sermos conhecidos lá fora como a “Suíça Baiana”, numa perífrase que nos remete ao frio dos Alpes suíços, se não lutamos para desmistificar o estereótipo de “Baixada Fluminense baiana”, quando o assunto são os recorrentes assassinatos a sangue-frio em plena luz do dia? Já foram 137 vidas ceifadas este ano. Adianta esse rótulo charmoso de primeiro mundo suíço se ainda convivemos com a “Índia baiana” uma alusão ao caótico, desordenado e criminoso trânsito urbano e periférico nas rodovias que margeiam a cidade – sem esquecer do ultrapassado terminal de ônibus?. >>>>>


















