Jorge Maia observe que não o chamei de querido, estou em greve, pois você continua sem dar um retorno para os seus amigos da Beócia. Às vezes penso que você anda tão perplexo sobre a situação do seu país que não tempo para outras coisas. >>>>>
Com a maior naturalidade, como se nada tivesse acontecido de irregularidade, o prefeito de Itambé tenta “justificar” o acidente com o ônibus escolar no domingo (dia 5/06) que transportava um grupo evangélico quando duas pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas. Como se não houvesse nenhum desvio de finalidade, contrariando a lei federal do Ministério da Educação, o executivo municipal ainda confirmou ser praxe se fazer isso em final de semana e feriados quando o veículo estava “ocioso”. Sua declaração não separa o público do privado, a religião da política. Ainda se propala que nosso Estado é laico! >>>>>
Há muito tempo empresários tem reclamado do difícil acesso ao prefeito Guilherme Menezes de Andrade para diálogo. Uma das barreiras está em torno da revitalização da Zona Comercial, tendo em vista que um projeto apresentado pela Câmara de Dirigentes Lojistas não foi aprovado pelo gestor petista. Já quando o assunto é Fenacouro a história é diferente. A feira itinerante que se instala a cada período de pico em vendas e vai embora levando a riqueza e por muitas vezes sem pagar impostos. A questão que tem gerado debate nas redes socais desde o domingo (7) quando o contador Amauri Soares denunciou também a cobrança de ingresso. Veja o que diz o conquistense: “Gostaria de saber das autoridades municipais, por que para constituir uma empresa aqui na cidade que gera empregos diretos, pagam impostos diretos ao município e consequentemente ao estado, e lucros são investidos aqui mesmo no município a prefeitura faz tantas exigências que a grande maioria desiste no meio do caminho e estas feiras com tanta facilidade conseguem se instalar e o pior ainda cobram para explorar o público consumidor que pretendem ir fazer compras, fiquem estarrecido com a cobrança será se é legal?”. A Fenacouro está montada na avenida Bartolomeu de Gusmão.
Não aguento mais ver imagens do roteiro da tocha olímpica cercada por viaturas da polícia, um aparato de soldados motoqueiros e seguranças trotando de calças curtas de cor marrom e óculos escuros! O repórter aparece com cara de paisagem anunciando a passagem da chama com aqueles chavões de sempre sobre pátria e cidadania como nas épocas de eleições. Aqui fico pensando como me fazem de besta e idiota num país que me tira o máximo e me dá o mínimo de educação, saúde, saneamento e segurança. >>>>>
Parece que estamos cada vez mais anatomicamente imperfeitos, Temos orelhas, mas não temos ouvidos. Ouvimos cada vez menos, pois nos dedicamos a falar todo o tempo. O mais grave é que todos nós queremos falar ao mesmo tempo. Ninguém ouve ninguém. Mesmo nos momentos em que não falamos, não ouvimos a outra pessoa. Há também aqueles que falam com várias pessoas ao mesmo tempo: falam com as pessoas presentes, com alguém ao telefone, fala pelo whats app e ainda responde a um e-mail e todos acham que está tudo bem. >>>>>
A tocha desfila como heroína pelo país a fora, torrando nosso suado dinheiro e arrastando multidões de inocentes úteis, enquanto delações premiadas, grampos telefônicos e conversas gravadas entre traídos e traidores mostram a verdadeira cara da política brasileira. Dizem que a história tem coisas do “arco da vela”. Ela é cruel quando revela a verdade. >>>>>
Não há palavras para descrever o que sinto. Não encontro vocábulo em que caiba o desatino. E, no entanto, é impossível silenciar a dor. Às primeiras notícias, ao nascer daquele dia, a primeira sensação: de impotência. E de espanto. Doloroso espanto. Trinta e três homens, trinta e três feras, que hostilizam um corpo, uma alma, um ser. Sabotada, humilhada, ultrajada em sua subjetividade mais profunda, a menina-mulher vê-se submersa nos escombros de uma multidão de inumamos seres, coadjuvante compulsória de uma peça trágica, uma construção cultural criminosa, que vai, século após século, ano após anos, dia após dias, aniquilando, submetendo, vilipendiando. Sim. São cinquenta mil mulheres vítimas de estupro ao ano. >>>>>
Tendo acessado o Blog do Anderson, em 23 de maio de 2016, Aquarius Gourmet: Prefeitura faz segunda interdição, fiquei surpreso com afirmações inverídicas e difamatórias, descritas por Lucas Duque Artigas, proprietário do Aquariuus Gourmet, afirmando sem conhecimento de causa, divagando interpretações implausíveis, desprovido de provas convincentes, que André Cairo escreve preconceituosos ofícios com aberrações desenfreadas, entendendo que, a minha assinatura é a segunda, abaixo da Comissão de Moradores, com conhecimento de causa! Entendeu? >>>>>
Todos os dias eles invadem nossas casas e nos dão um chute em nosso estômago. Roubam nossas comidas. Cospem e esbofeteiam nossas caras. Tratam-nos como gado em boiada e tudo fica por isso mesmo, como se nada tivesse acontecido. Servimos de saco de pancada e cada um aproveita da dar sua porrada. >>>>>
Queridos, estou partindo. Mas vou mandar notícias do novo mundo de lá, aquelas terras alheias que persevero em conquistar. Aos que ficam, deixo um abraço forte, cantinhos de memórias, um sorriso largo e um afeto sem princípio nem fim. Não tenho nenhum gosto em partir, mas carrego caixas de folhas de flandres e recordações de mim. >>>>>
Eu era menino, e não faz muito tempo, e guardo na memória algumas histórias que ouvi do meu pai. Uma dessas histórias ocorreu no seu tempo de menino. Meu pai nasceu em 1923 e faleceu aos noventa e dois anos de idade. Considerando a sua idade escolar suponho que o fato ocorreu ente 1933 e 1935. As crianças, naquela época, entrevam para a escola bem mais tarde, daí a minha justificativa quanto ao ano. Leia na íntegra. >>>>
Quatro décadas após o dia 18/05/73, quando no Estado do Espirito Santo, uma menina de 8 anos, chamada Araceli, foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada (seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado) e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. Institui-se esta data como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, Lei Federal nº. 9.970/2000, mas infelizmente, a barbárie e situações absurdas de violência contra crianças continuam a se repetir. >>>>
Mesmo atochados em dívidas, com escândalos de corrupção em todas as esferas do governo, inflação acima de 10%, crise moral e ética, juros altos e mais de 11 milhões de desempregados, o povo segue em festa atrás da tocha olímpica como se vivesse no país das maravilhas. Basta o circo e tudo mais se esquece, até de que ainda está recente o processo de impeachment em meio a tantas intrigas e disputas gananciosas pelo poder. >>>>
A vida não é mercadoria para ser tratada em um projeto político apenas do ponto de vista da economia. Há tempos convivemos com a redução da existência a mera e simples mercadoria que regula seu valor a partir da alta ou da baixa do dólar, que se afirma de acordo com a briga pela divisão dos royalties do pré-sal, que se amesquinha na redução e cortes do orçamento dos programas sociais e das políticas compensatórias etc. Em todos os casos, uma única referência, uma única área do conhecimento torna-se deusa das decisões, a Economia. >>>>
O Senado Federal coonestou a decisão da Câmara dos Deputados de aprovar a admissibilidade do impedimento da presidenta Dilma, por 55 votos. Era o esperado. Não há praticamente diferenças entre uma casa e a outra. Ambas expressam um sistema político institucional direcionado para manter a estrutura econômica e social atual, visando, acima de tudo, conservar e ampliar os privilégios da elite dominante brasileira. >>>
Quando o corpo se acostuma a despertar no silêncio da madrugada, é praticamente impossível forçar um novo sono. Se forçar, dá até dor de cabeça. O que já foi tédio quando jovem cede espaço ao prazer. Apreciar o raiar das primeiras luzes do dia no horizonte é maravilhoso. O melhor mesmo a fazer é saltar da cama, dar um basta na preguiça, preencher o tempo e deixar os olhos abrir os caminhos de um novo dia. Leia na íntegra.
Hoje, meu celular se encheu de mensagens vindas por parte de vários amigos e até desconhecidos, preocupados com notícias que foram veiculadas dando conta de que o MPF finalizou sua participação, no processo iniciado há quase quatorze anos, relativo a grampos ilegais que teriam sido promovidos a interesse do falecido Senador ACM, sugerindo minha condenação e de Alan Farias. Leia na íntegra.
Eu era menino, e não faz muito tempo, e tive a oportunidade de trabalhar com meu pai, portanto tive a oportunidade de ouvir as conversas dos seus amigos, quando era visitado em seu trabalho. Lá estava eu ouvindo e guardando na memória algumas das conversas que eu ouvia. Algumas interessantíssimas, tal qual a esta que passo a contar. Leia na íntegra.
Dilma Rousseff não foi apeada do poder por causa das chamadas “pedaladas fiscais” e da edição de crédito suplementar sem pedir autorização do Congresso Nacional, mas pelo conjunto da obra, borrada e lambuzada pelo pincel torto do ex-presidente Lula que incitou lá na frente o ódio do “nós contra eles” e gerou mais intolerância e retaliação política. Pedalada foi o pretexto demagógico que desencadeou o “Fora Dilma” votado no Senado no fatídico dia 12 de maio de 2016. Por sua vez, Dilma diz ter sido vítima de uma farsa jurídica e política, mas quem e o quê serviram de alimento para esta farsa? “Quem com o ferro fere, um dia será ferido”. Leia na íntegra mais uma crônica de Jeremias Macário.
Enfim, após um tumultuado processo, ontem foi chancelado o impeachment da Presidenta Dilma. Apesar de ainda um prazo de 180 dias para finalizar a lide, a votação com 55 votos favoráveis já demarca que os 2/3 dos votos necessários na próxima votação serão alcançados. Contudo, apesar dos rojões que ecoaram por algum tempo, não se viu nenhum grande ato em comemoração à queda do governo. Onde estão os milhões de pessoas que foram às ruas no dia 13 de março? Porque as redes sociais ficaram tão amenas, e os vencedores desta batalha não tiraram o dia para festejar? Porque não houve mudanças de fotos no perfil do facebook com o apoio ao novo Presidente? O dia foi de silêncio, o silêncio dos inocentes políticos.
Há exatos 2 meses os setores contra Dilma não saíram mais às ruas, enquanto que os movimentos contra o golpe se mantiveram em luta, realizando atos de artistas, intelectuais, juristas, trancando BR’s e realizando escrachos nas casas dos deputados e senadores golpistas. Mas porque o “lado vitorioso” se colocou numa posição de recuo? Se formos analisar a fundo, havia e ainda há predisposição por parte destes segmentos de irem às ruas, contudo os movimentos MBL, VPR e R.O., que sempre convocaram os atos, repentinamente brecaram. Na verdade, esses ditos movimentos não passam de marionetes dos partidos de direita, e sabem que se o povo continuasse nas ruas eles poderiam perder o controle da situação e por em risco o futuro governo. Leia na íntegra.