
Em resposta exibida pelo BLOG DO ANDERSON nesta segunda-feira (6), a secretária de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), Roberta Silva de Carvalho Santana, fez um alerta contundente ao ser indagada sobre a instalação de um Hospital Maternidade e Pediátrico na Joia do Sertão Baiano. A titular da pasta também abordou o panorama da Central de Regulação de Leitos e comentou o volume de investimentos destinados ao fortalecimento da assistência médica no Centro-Sul Baiano.
Questionada sobre as tratativas para a construção de uma nova unidade pública, a gestora estadual detalhou a dinâmica da rede e apontou que a iniciativa inicial deve partir da prefeita Ana Sheila Lemos Andrade. Roberta Santana explicou a postura do Executivo Baiano afirmando: “bom, a maternidade hoje é municipal com pactuação regional. É uma maternidade municipal. O governador tem se colocado à disposição, como o ministro Rui Costa colocou, o Governo Federal. Estamos esperando que a prefeita possa apresentar o projeto. O governador tem me ajudado e não vai ser diferente. Também tem uma sinalização do Governo Federal. Então, a gente tá à disposição. O que a gente quer é o fortalecimento da rede. É esse o nosso compromisso com a região Sudoeste.” Outro ponto de impacto na entrevista envolveu o funcionamento do sistema de transferência de pacientes, frequentemente debatido no ambiente político regional. A secretária lamentou os discursos que tentam atrelar a obtenção de vagas à influência parlamentar e defendeu a conduta estritamente científica das equipes de plantão declarando: “Veja, essa é a coisa que mais me deixa triste na regulação. A regulação tem por trás 500 profissionais.
São médicos reguladores que regulam de acordo com a gravidade. Infelizmente, existe esse discurso de que quem regula é a política. E significa dizer que o médico regulador deixou de exercer a sua função de regular o paciente mais grave para regular a política. Então, desrespeito quando se trata dessa forma da regulação.” A gestora destacou ainda que a estratégia para diminuir o tempo de espera consiste na descentralização dos serviços, confirmando a autorização de sete novas Unidades Básicas de Saúde para Vitória da Conquista.













































