
José Aírton Lopes Almeida costuma chegar cedo à Reserva Florestal do Poço Escuro, na Serra do Piriperi, onde trabalha há quase vinte anos. Por volta das 8 horas, com os colegas de equipe, ele já vistoriou boa parte das trilhas existentes ali, que diariamente recebem a visita de dezenas de estudantes. “É como se fosse uma casa. Tem que chegar cedo, ver o que precisa ser feito, ajeitar tudo para estar limpo para receber os visitantes”, diz o agente de fiscalização ambiental, a quem todos conhecem como “Bigode”. É fácil saber o porquê. Ele assegura que, em toda a vida, raspou o volumoso buço apenas uma vez: em 1974, quando se alistou no Tiro de Guerra. >>>>>


































