
Na visão de profissionais da saúde, como o bioquímico Onildo Pereira de Oliveira Filho, a Pandemia da COVID-19 está sob controle em Vitória da Conquista, porém ainda existem muitas dúvidas. Para o advogado Gustavo José Amaral de Magalhães, a Ação Civil Pública do Ministério Público do Estado da Bahia que tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública de Vitória da Conquista será “uma divisão de águas”. “Na verdade, é com muita preocupação, você sabe disso Anderson, você é uma pessoa que está nas ruas, sabe que é muito difícil. Na verdade, a gente tem preocupação com os empresários que precisam sobreviver, com os empregados também do Comércio que precisam sobrevir. É um momento muito delicado, o mundo inteiro está passando por esse momento difícil. Essa ação do Ministério Público é muito relevante, porque vai se criar uma definição, uma divisão de águas, então daqui para frente vai se dividir.
Realmente vai ter que ter um estudo bem feito para contestar o pedido dela e a Justiça determinar se abre ou se não abre e a Prefeitura também tomar as providências”, destacou ao BLOG DO ANDERSON num desses encontros casuais ao meio dia desta terça-feira (23). Conforme a Ação do MP-BA, através da Promotora de Justiça Guiomar Miranda de Oliveira Melo, é pedida com urgência a “suspensão do funcionamento do Comércio e outras atividades econômicas não essenciais e templos religiosos, como medida de contenção à propagação do Coronavírus em Vitória da Conquista”. Ainda consoante ao Doutor Gustavo, tem muita gente “com máscara, mas a aglomeração é grande”. “Eu acho até desnecessário, que queria saber: quem está na rua hoje para comprar o que?”, questionou o advogado também conhecido como Doctor DJ. A Prefeitura de Vitória da Conquista tem até a sexta-feira (26) para fazer a sua defesa.























Segundo o presidente da associação, José Roberto Graiche Júnior, os descontos nos aluguéis variaram entre 10% e 50%, por períodos de aproximadamente três meses. Segundo ele, em 90% dos acordos, os valores foram reduzidos apenas temporariamente e deverão ser repostos em parcelas nos próximos meses. Apenas 10% foram reduções sem retorno. Esse processo de acerto entre os moradores dos imóveis e os proprietários evitou, na avaliação de Graiche, um aumento expressivo da inadimplência, que permaneceu baixa, mesmo com a crise. “Inadimplência não aumentou, tendo em vista que houve essa composição entre os proprietários e inquilinos”, disse. Em média, antes da crise, os atrasos dos pagamentos de aluguel representavam 1,8% do total dos contratos de locação e ficaram, de acordo com ele, em 2,8% nos últimos dois meses. 