
A Associação Comercial e Empresarial de Vitória da Conquista (ACEVIC) marcou presença em Brasília nesta terça-feira (17) para discutir o futuro das rodovias federais que cortam o Território Baiano. O convite oficial partiu do deputado federal Claudio Cajado Sampaio (PP-BA), evidenciando a relevância das instituições representativas do setor produtivo em pautas que impactam diretamente a infraestrutura e o crescimento econômico regional.
O encontro reuniu autoridades e especialistas na Câmara dos Deputados com foco nas melhorias e gargalos logísticos das BR-116 e BR-324. As rodovias mencionadas constituem eixos estratégicos para o escoamento da produção, mobilidade urbana e integração entre os municípios, sendo fundamentais ao fortalecimento do mercado.
A participação da entidade reforça o compromisso em acompanhar temas estruturantes, contribuindo ativamente para soluções que promovam o desenvolvimento sustentável. A ACEVIC mantém atuação firme na defesa dos interesses da classe empresarial, buscando avanços que beneficiem a Joia do Sertão Baiano e otimizem o ambiente de negócios em todo a Bahia.


































A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação. “Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, disse a corporação. As investigações estão sendo conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A ministra da Igualdade Racial, Anielle Francisco da Silva, mais conhecida como Anielle Franco, disse em rede social que testemunhas informaram que o carro da médica negra foi confundido com o de criminosos. “Até quando a ausência de políticas eficazes de segurança pública continuará produzindo cenas como essa? Até quando vamos perder pessoas negras para a violência?”, questiona a ministra. Segundo Anielle, a médica atuava há 28 anos no cuidado com a saúde das mulheres. Era ginecologista e cirurgiã-geral. “Sabemos o quanto custa para uma mulher negra acessar a universidade e se tornar médica. É doloroso perder Andréa a tudo o que ela representa”, afirmou Anielle, ao acrescentar que está pressionando as autoridades responsáveis para que haja uma investigação rápida e rigorosa. As informações são da Agência Brasil.







