
Jorge Maia | advogado e professor
Estamos presos ao tempo das nossas memórias. Todos falam do estado de decadência do Centro de Vitória da Conquista: gente pobre, gente rica, deputados, vereadores. Os empresários, em sobressalto, reclamam das vendas e dos ataques noturnos às suas vitrines. É algo que todos conhecem. Ocorre que há apenas alguns rápidos comentários dos interessados e das autoridades, sem, contudo, a tomada de uma atitude resolutiva. Assistimos, sem camarote, de pé, caminhando pela cidade, à impiedade do tempo que, sem desculpas, nem pede passagem e passa levando memórias e deteriorando paisagens. Afinal, qual é a área abrangente do nosso Centro? Qual seria a sua vocação? Não conhecemos manifestações sobre o assunto. O Centro Velho de cada cidade leva em conta o significado dos prédios, quer seja como memória afetiva, quer seja em face do valor histórico. Confira a crêonica na íntegra.













