Conquista poderá ganhar uma fábrica da Arezzo

Foto: Divulgação

Somente após as eleições a empresa calçadista baterá o martelo com o Governo da Bahia para escolher o município onde pretende instalar uma fábrica para produzir as marcas Arezzo, Schutz e Anacapri. O jornal Valor Econômico revelou que o vice-presidente da empresa, Alexandre Birman, está à frente deste projeto, mas sem revelar o montante do investimento, assim como o local de implantação. Vitória da Conquista surge como a melhor opção no interior baiano por causa da sua logística rodoviária e aérea, principalmente com as melhorias anunciadas para o aeroporto da cidade, mais a mão de obra de baixo custo e perto do “polo calçadista baiano”, onde estão a Azaléia e outras fábricas. Além do prefeito ser filiado ao PT, é claro. De 1,2 milhão de pares por ano, a Arezzo produz parte em sua fábrica em Campo Bom (RS) e o restante espalhado por 60 indústrias de sapatos terceirizadas no Brasil, totalizando 200 se somados os fornecedores de bolsas e acessórios. Informações do Bahia Negócios.

3 Respostas para “Conquista poderá ganhar uma fábrica da Arezzo”

  1. Magaly

    Bem conveniente essa reportagem agora, não Anderson?! Principalmente a ênfase dada a prefeitura do PT. Bem que podia disfarçar um pouquinho.

  2. luiz carlos pereira

    magaly sei q voce e muita gente nao alcassou o tempo dos gusmao em conquista mais assiste a novela gabriela q voce vai ter uma noção voce e o povo de conquista vai ariscar? pese bem

  3. Paulo Moraes

    Luiz, Conquista jamais precisou de governo específico para se desenvolver, seja em épocas remotas, dos Gusmão, dos Moraes, dos Silveira, de Pedral, de Jadiel, de Guilherme, ou seja lá de quem for. O potencial da cidade a torna um dos maiores pólos de desenvolvimento da cidade, quase que de forma “desvinculada” do governo do Estado. Importante afirmar, aqui, que vivemos outra época. Acreditar que um político de nome Gusmão será capaz de reativar um coronelismo é absurdo. Pensemos melhor sobre a alternância do poder, que é essencial, principalmente num país que, HOJE, experimenta uma DE-MO-CRA-CIA. Esta, aliás, é que deve ser saudável e alimentada. Vejamos que o seu argumento está sendo contraditório. Acreditar que para combater o Coronelismo é necessário manter seguidos candidatos de um mesmo partido no poder, por 16 anos, é absurdo. Seria este apenas um meio de “recriar” o tão temido Coronelismo, findado, ao meu ver, apenas aos olhos destes que insistem no continuismo do PT em Conquista. Isso é tão assustador quanto o direcionamento dado, de forma desrespeitosa, por esta matéria. VAMOS ABRIR O OLHO, MINHA GENTE! Interesses individuais estão em jogo!

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