Aracatu: Ex-prefeito Silvio Maia detona gestão do primo na Prefeitura

Fotos: Blog do Anderson
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O ex-prefeito de Aracatu, Silvio Maia, comentou, em entrevista ao Blog do Anderson, nesta quarta-feira (29), a gestão do seu primo Sergio Silveira Maia (PV), na Prefeitura. Para o ex-gestor, Aracatu passa por mudanças desde que ele deixou o comando e a população sofre com a falta de comando. “Lá o município está praticamente acabado em todas as áreas, a começar pela saúde. Estamos vendo pessoas morrendo por falta de atendimento de qualidade. Quando nós saímos, deixamos o hospital totalmente preparado para receber os pacientes e hoje eles destruíram tudo”, dispara o ex-prefeito. No setor de infraestrutura, o primo do atual prefeito do PV detonou a falta de iniciativa da prefeitura com a qualidade das estradas. “Não temos mais estradas, na educação eles estão fechando todas as escolas da zona rural. Por exemplo, está fechando uma escola do povoado de Várzea da Pedra, que é o maior povoado que temos, com inúmeros alunos. O nosso município está praticamente acabado. O prefeito de Aracatu hoje merece nota zero”.

Silvio Maia

Sobre a disputa política, Silvinho, como é conhecido popularmente em Aracatu, disse que o seu grupo tem candidato para enfrentar Sergio e apresenta Robério [Aires], Braulina [Lima]. O ex-gestor diz que não está inelegível e que vai ajudar a eleger um do grupo. “Não, eu não estou nada inelegível. Vão ser candidatos eles mesmos: Braulina e Robério. Eu estou na política para ajudá-los, vou trabalhar para ajudar a eleger o nosso grupo”. Silvinho diz ainda que não considera o prefeito Sergio como seu primo e sim como rivais político. “Não considero ele como um primo, ele é político, eu também sou político e nós somos rivais. Mas estamos na luta, eu tenho certeza que vamos voltar a comandar Aracatu. Conversar com ele não, eu não quero mais conversa com ele, eu quero que Aracatu volte para mãos de quem sabe administrar e ele não tem capacidade nenhuma de administrar, ele não tem equipe para trabalho. Tem muita perseguição lá, nós temos professores com um ano sem receber, concursados sem receber, concursados sem serem chamados, então a perseguição é grande”.


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