Cultura na Chapada Diamantina | sessão de abertura sela início das atividades da Feira Literária de Mucugê

Fotos: Vinícius Brito | Fligê

Nesta semana, Mucugê, na Chapada Diamantina, localizado a 264 quilômetros de Vitória da Conquista, ecoa poesia e sons. Para selar o início das atividades da Feira Literária de Mucugê, a Fligê, a Sessão de Abertura da Feira reuniu autoridades locais, estaduais e nacionais no Centro Cultural, na noite desta quinta (17).

A curadora Ester Maria de Figueiredo Souza, reforçou que o evento é uma resposta coletiva ao merecimento das pessoas que estiveram, estão ou estarão pisando nesse solo de encontros. Ela assinou, durante a Sessão de Abertura, o termo “Educação Literária”. A iniciativa do Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA) cria a comissão que irá trabalhar na resolução que estabelece o processo de construção de eventos literários, na perspectiva da inter-relação escola e sociedade.

Lembrando que “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”, o deputado federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA) destacou a importância da preservação e valorização das manifestações culturais na formação de um povo. “Por isso, nos sentimos muito orgulhosos de realizar esta 6ª edição da Fligê, que se consolida como uma das mais importantes feiras literárias da Bahia e do Brasil, e mãe de muitas outras feiras que se disseminaram pelo interior do nosso Estado”, disse o deputado.

A Fligê foi a inspiração para a concepção do termo. É o que contou o presidente do CEE-BA, Paulo Gabriel Nassif: “a forma potente com que a Fligê se espalha, da mesma forma que as águas da Chapada se espalham por toda a Bahia”. Nassif ressaltou, ainda, que pela primeira vez um termo foi assinado fora da capital do Estado, em 181 anos de história do Conselho.


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