
Em entrevista concedida ao BLOG DO ANDERSON na tarde da quinta-feira (13), o prefeito de Tremedal, José Carlos Vieira Bahia, o Zé Bahia, do Avante, apresentou um panorama detalhado sobre as ações administrativas de sua gestão e abordou as movimentações políticas com vistas às Eleições 2028. Apesar de comemorar avanços significativos, como a elevação do Município de Tremedal o para a categoria CAPAG B do Tesouro Nacional [Capacidade de Pagamento Nota B], o que garante capacidade financeira e aval para captação de novos empréstimos , o gestor evitou antecipar nomes de sua base para a disputa ao Paço Municipal Tremedalense, classificando o debate antecipado como precoce. No entanto, ao analisar os nomes postos pela oposição, o prefeito fez duras críticas à pré-candidatura de Roberto Herbert Meira Rocha, atual secretário executivo e diretor administrativo do Consórcio Intermunicipal do Vale do Rio Gavião (CIVALERG). Zé Bahia colocou em xeque a representatividade, a bagagem e os serviços prestados por Roberto em solo de Tremedal. “Candidato ou pré-candidato daqui a 2 anos e alguma coisa, todo mundo pode ser, isso é natural, é normal e é um direito de cada um. Agora, o problema não é esse, o problema é conhecer o município, não ter história e não ter bagagem política para falar isso. A diferença tá aí“, afirmou. “Agora, vai embarcar, não tem, é, como diz, musculatura para isso. Porque nunca prestou serviço para ninguém em Tremedal. (…) Querer ser qualquer um pode ser, faz parte da democracia, agora, tem envergadura para isso que eu acho muito difícil”, pontuou. “Não tenho nada pessoal, estou falando da questão política. Para governar o município ou ganhar uma eleição no município, o cara tem que ter história e ele não tem história para isso”, comentou. Além das declarações sobre o diretor do CIVALERG, Zé Bahia também avaliou o desempenho da professora Maria Mônica Pereira Ferraz (PT), que disputou o pleito anterior. O prefeito reconheceu Mônica como uma liderança da oposição por ter enfrentado as urnas, mas ponderou que a força política da adversária depende fundamentalmente do alinhamento e da manutenção das estruturas do PT nos Governos Estadual Baiano e Federal.

