Conquista era assim antigamente: a MiConquista

Foto: Acervo | Raimundo Laser

De volta ao destaque nesta sexta-feira (25), a coluna “Conquista era assim antigamente” traz uma fotografia do acervo de Raimundo Laser, um dos fotógrafos mais dinâmicos do Centro Sul Baiano. A imagem acima retrata a extinga MiConquista, o Carnaval fora de época de Vitória da Conquista. O Trio Cofarma rodeado de foliões….

Comentário do advogado Alexandre Aguiar.

A Miconquista foi uma explosão de alegria com a redemocratização do Brasil, pós constituição de 1988, onde os Blocos Afros, Afoxés e Escolas de Samba dos bairros populares se organizavam e desciam da Pracinha de Dr Gil Moreira até a Avenida Bartolomeu de Gusmão sob a coordenação socialista da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. A partir de 1997 interesses relacionados a intolerância religiosa começaram a agir no Poder Municipal para silenciosamente acabar a Micareta e conseguiram.

História Conquistense: em 1993 o Cine Madrigal pedia socorro, hoje permanece fechado

Foto: BLOG DO ANDERSON
Foto: BLOG DO ANDERSON

Inaugurado em 1968 o Cine Madrigal foi um dos últimos cinemas fora de shopping centers em atividade no Brasil e vivenciou crise por longos anos. Em 1993, por exemplo, uma reportagem do Hoje dizia que “Madrigal pede socorro”, isso devido ao baixo público que comparecia ao espaço localizado na rua Ernesto Dantas, Centro de Vitória da Conquista.

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Há três anos o prefeito Guilherme Menezes de Andrade anunciou que a Prefeitura de Vitória da Conquista havia adquirido o Cine Madrigal, deixando acessa a chama de um dos mais importantes equipamentos de cultura do Sudoeste Baiano. O projeto é que o imóvel seja transformado num centro artístico, mas até essa quarta-feira (28) permanece fechado.

Acima o BLOG DO ANDERSON reproduz também uma reportagem especial sobre o Cine Madrigal produzida pelos jornalistas Judson Almeida e Humberto Filho, que foi ao ar no Bahia Meio Dia da TV Sudoeste.

História Hoje: há 17 anos, filme Central do Brasil era premiado nos Estados Unidos

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Há 17 anos o filme brasileiro Central do Brasil ganhava o prêmio de melhor filme estrangeiro segundo a National Board of Review, nos Estados Unidos. A produção franco-brasileira conta a história de uma amizade entre uma mulher e um garoto que busca o pai no Nordeste. A Vila Serrana, em Vitória da Conquista, foi palco das filmagens que inclusive contou com participações de artistas locais. Confira a seguir um registro da Próvideo, Produtora Universitária de Vídeo | UESB.

Taberna da História: Isaías Vianna de Andrade

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Luís Carlos Fernandes, Taberna da História

Isaías Vianna de Andrade nasceu no dia 9 de junho de 1921, na Rua 7 de Setembro, filho do comerciante e fazendeiro Joaquim Viana de Castro e de Dona Glicéria Henrique de Andrade.

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Graduou-se em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia. Foi Secretário Municipal de Saúde de Vitória da Conquista e professor de Biologia da Escola Normal de 1960 a 1972.

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Fundou e dirigiu o jornal Sinaxe em 1961. Em 1975 pós-graduou em Madrid no Centro de Odontologia com o professor Cervera.

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Casou-se com a professora Ana Alicemar Siqueira de Andrade, do qual tiveram cinco filhos: o médico Isaías Viana de Andrade Júnior, o engenheiro mecânico Ismar Paulo, o professor de karatê Isaac Newton, a médica Ana Mayra  e Ana Karine.

Elquisson Soares: o político que desafiou a Ditadura Militar

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Luís Carlos Fernandes, Taberna da História

O histórico Rio Gavião tem dado celebridades à região, desde aqueles “gaviõeseiros” da Baixinha, de Caraíbas e Laje do Gavião, que nas disputas a facão amarravam-se pelas fraldas das camisas para uma prova de valentia e sangue frio, até homens que, pela inteligência e cultura, tornaram-se personagens de destaque da História da Bahia como o inesquecível Tranquilino Leovegildo Torres, nascido à margem do Rio Gavião na então Vila de Santo Antônio da Barra, atual cidade de Condeúba, no dia 30 de agosto de 1859. Tranquilino Torres, bacharel em Direito, foi Procurador e Magistrado, além de Conselheiro do Tribunal de Justiça do Estado, geógrafo, filólogo, crítico literário, historiador e fundador do “Instituto Geográfico e Histórico da Bahia”, de cuja instituição foi presidente por longos anos.

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No dia 27 de junho de 1940, no Distrito de São João da Vila Nova, atual Anagé (BA), que pertencia a Vitória da Conquista naquela época, às margens do Rio Gavião, nasceu o ex-deputado federal Elquisson Dias Soares. Em Anagé, onde viveu até os 16 anos, o 18º dos 21 filhos de seu pai trabalhou na “Casa Monte Castelo”, de secos e molhados, que era de seu irmão mais velho Edson Dias Soares e de seu cunhado Valdívio Moreira Andrade. Trabalhou ainda como balconista comercial na loja de Manoel Moreira Chaves. Leia na íntegra esse momento da história de Vitória da Conquista.

Taberna da História: Lavisa foi inaugurada em 1978

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Luís Carlos Fernandes | Taberna da História

A “Laticínio Vitória da Conquista S/A” (Lavisa) surgiu da iniciativa de José Oliveira Lima, gerente do Banco do Brasil, conhecido simplesmente como “Seu Lima”, que dizia que já havia financiado o café de Conquista e que agora era a vez do leite. E a ideia foi patrocinar o surgimento da Lavisa da seguinte forma: o cliente do Banco do Brasil que pretendia fazer um financiamento ele aconselhava a tomar mais 10% do valor do empréstimo para constituir o capital de ingresso da Lavisa. Assim, quase 400 clientes se tornaram associados da Lavisa (associados porque a empresa, apesar de ser uma Sociedade Anônima tinha espírito cooperativista). Constituíram, então, a primeira diretoria administrativa, composta pelos seguintes investidores: Fernando Dantas Alves, Pedro Bittencourt Ferraz, Haroldo Gusmão e Orlando da Silva Leite. Esta diretoria adquiriu, no Distrito Industrial dos Imborés, uma grande área para a construção do prédio e instalação dos equipamentos; faltava apenas o acabamento e a instalação.

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Como “Seu Lima” não tinha como conseguir novos investidores, a Lavisa ficou estagnada cerca de cinco anos, por falta de novos capitais. Foi convocada, então, uma Assembleia Geral Extraordinária, onde os diretores informaram que, para viabilizar a conclusão e funcionamento da Lavisa era necessário que se entregasse a um grupo, a fim de investir novos recursos e colocar a empresa para funcionar. E esse grupo foi formado com a seguinte diretoria administrativa: Hélio Ribeiro Santos (diretor-presidente), Altamirando Gusmão Cunha (diretor vice-presidente e o maior de todos os investidores), José Silvio Bulhões (diretor industrial) e Pedro Bittencourt Ferraz (diretor comercial). Aí houve a inauguração no dia 21 de setembro de 1978, com solenidade religiosa oficiada pelo Bispo Diocesano Dom Climério Andrade. Ospró-labores desses quatro diretores, no início, eram simbólicos, representando hoje cerca de dois salários mínimos. Tal era o desprendimento da diretoria em prol do sucesso da Lavisa.

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A empresa dispunha de moderna aparelhagem para o beneficiamento do leite, fabricação de queijos, manteiga e outros derivados do leite. Contava com 31 funcionários e 400 acionistas. Apesar disso, encontrava grandes dificuldades, como a concorrência dos próprios acionistas que eram produtores de gado leiteiro e que forneciam leite in natura às residências de Conquista. Em função disso chegou a ficar com 20 toneladas de queijo tipo prato estocadas, provocando, durante os primeiros seis meses de funcionamento, problemas de caixa na empresa, até que o diretor Hélio Ribeiro visitou o Supermercado Paes Mendonça em Salvador e conseguiu vender todo aquele estoque.

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Em 1979 a população começou a optar pelo leite pasteurizado e comprar cada vez mais o “leite em saco” da Lavisa. Assim a empresa conheceu um período de relativo sucesso, adquirindo novos equipamentos, veículos e pavimentando a área externa da fábrica. Passou também a vender leite resfriado para a Alimba. O diretor da Alimba, Willy Otto Jordan, em visita à Lavisa em Conquista, ficou impressionado com o que viu e fez uma proposta de compra da empresa. Para preservar o interesse da maioria, a própria diretoria adquiriu em torno de 70% do capital da empresa, pois todos os associados foram informados que o valor das suas ações seria corrigido pela inflação e aplicado sobre ele um ganho de 100%. A grande maioria vendeu e no dia 31 de outubro de 1985 a Alimba adquiriu o controle acionário da Lavisa até a mesma ser comprada pela Parmalat e fechada.

Taberna da História: Em 1939 Vitória da Conquista teve o seu primeiro Campo de Aviação

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Luís Carlos Fernandes, Taberna da História

Em 1937, num terreno doado pela Prefeitura, na gestão de Florentino Mendes, começou a construção do “Campo de Aviação de Vitória da Conquista” (nome que se dava aos pequenos aeroportos da época), sob a orientação do projeto do engenheiro Lourival Dantas. Quem limpou a área para a abertura do campo foi Pedro Otacílio de Figueiredo (limpou toda a área sozinho e com uma simples enxada). O nome do aeroporto de hoje é uma homenagem a ele.

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Surgiu, na mesma época, o Aero Clube, iniciativa de Crescêncio Antunes da Silveira, Antônio Alves Nascimento e Henrique Hufinagel. E no dia 1º de setembro de 1939 pousava no campo o aeroplano “PP-FAIRCHILD”, pilotado pelo 1º Tenente Aviador Antônio Eugênio Basílio, conforme “Notas de Leôncio Sátyro dos Santos”, que assim se expressou: Hoje, 1º de setembro de 1939, tivemos a glória de ver inaugurado o campo de aviação nesta cidade de Conquista. Vindo da Bahia (Salvador, como era chamada pelos interioranos)o aeroplano PP-E.A.E. “Fairchild”. às 11 e 40 minutos pilotado pelo 1º tenente aviador naval Antônio Eugênio Basílio com os Engenheiros Civis José de Oliveira Machado e Galdino Mendes Filho; alçou vôo à 1 e 40 minutos do mesmo dia com destino a Canavieiras.

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O antigo campo de aviação deu lugar mais tarde ao Aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo, construído pelo ex-governador Roberto Santos, que o reinaugurou no dia 11 de março de 1979. Foi instalada na mesma ocasião a Cia de Táxi-Aéreo Abaeté e implantada a Cia Nordeste Linhas Aéreas da Bahia, por aviões Bandeirantes. O serviço passou à supervisão do DAB – Departamento de Aviação da Bahia, ligado à Secretaria de Transportes do Estado.

Taberna da História: Manoel Euphrásio Correia de Mello, o primeiro fotógrafo de Vitória da Conquista

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Luís Carlos Fernandes, Taberna da História

Filho do primeiro intendente de Conquista (o Coronel Joaquim Correia de Mello) e irmão do também intendente Ascendino Mello, Manoel Euphrásio Correia de Mello, mais conhecido como “Neca Correia”, foi o precursor da fotografia em Vitória da Conquista, sendo, portanto, considerado o primeiro fotógrafo da cidade. No início do século passado (entre 1900 e 1909) estrearia como fotógrafo profissional. De lá para cá foram milhares de cliques. As fotografias tiradas por Neca Correia eram registradas em clichês de vidro, em grandes formatos – o que resultava em alta qualidade. Mas, além do trabalho de fotógrafo, Neca ainda produzia, montava e pintava (fazendo retoques) seus retractos com extrema habilidade e estética, transformando uma simples foto numa obra de arte. Era um autêntico artista da fotografia.

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Neca Correia, nascido no dia 12 de agosto de 1883, foi ainda pirotécnico (fazia fogos de artifícios), pintor e músico (clarinetista de várias filarmônicas do passado e um dos fundadores da “Filarmônica Santa Cecília”, da qual foi regente). Morava na Rua Coronel Gugé e era casado com Dona Virgínia Magalhães (Sinharinha), com quem teve oito filhos: Celito (clarinetista), Clarito (relojoeiro), Edilito (eletromecânico e rádio-técnico), Julito (violonista), Manoelito (fotógrafo), Zelito (saxofonista), Alice Magalhães Melo (que era casada com o industrial e vereador Naason Carvalho e Silva) e Ednice (casada com Liberalino Almeida). Um deles seguiu a profissão do pai – Manoelito Mello, um dos grandes fotógrafos do passado de Conquista, pai de Elísio Melo (que também foi fotógrafo por quase toda a década de 80). Portanto, três gerações de fotógrafos dos Correia de Mello fizeram história em Conquista.

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Os registros de Neca e Manoelito são considerados, ao lado dos de Gaudêncio Alves dos Santos (avó materno de Elísio Melo), momentos importantes e históricos de Conquista, quase um cerimonial. A maioria das fotografias antigas da cidade que circula por aí é de autoria de algum destes nomes: Neca Correia, Gaudêncio Alves e Manoelito Mello. Neca Correia faleceu no dia 1º de agosto de 1949.

Taberna da História: A “Velha Guarda” da Clube

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Luis Carlos Fernades | Taberna da História

Em 1968 surgiu, no rádio conquistense, Herzem Gusmão, que comanda sua “Resenha Geral” por longos 44 anos. Em seguida veio Edmundo Macedo (começou no Rádio em 1969) com seu programa musical, Samuel Oliveira com o programa “De tudo para todos”, Vilson Marcílio, na Rádio Regional, com notícias policiais transmitidas diretamente da Delegacia de Polícia, e Camponês, que comandava dois programas sertanejos (um na Clube AM e outro na Clube FM).

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Zé Gandula, que entrou na Rádio Clube como sonoplasta, acabou tendo seu próprio programa: o “Rolando a Bola”, que tratava do esporte amador da cidade. Enyl Lemos também passou a ter um programa semelhante.

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Da velha guarda da Clube destaque ainda para Daniel Nogueira, Alcime Barros, José Filho, Edmilson Landi, Tolica e Hildebrando.

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Outros que marcaram época no Rádio foram: Tempero, que morreu atropelado por um “Corcel” dirigido pelo Tenente da Polícia Militar, Lourival Chaves (que não lhe prestou socorro), na Avenida Frei Benjamin no dia 22 de setembro de 1974; Luiz Cláudio, comunicador e empresário artístico, que também faleceu tragicamente por afogamento; e Noé Oliveira Neto, que tinha um programa sertanejo na Clube e escrevia para o jornal de Aníbal Viana. Sua morte foi a mais trágica de todas: ele foi sequestrado em Conquista e torturado às margens do rio Caculé (próximo a Itapetinga) até a morte (seu corpo foi encontrado no dia 29 de outubro de 1977). Um crime de ampla repercussão em todo o estado e que foi noticiado na Revista Manchete, edição de 3 de dezembro.

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Deusdete Souza Amaral (Tempero) tornou-se radialista ainda jovem, atuando nas rádios “Cruzeiro” e “Excelsior” de Salvador e “Clube” e “Regional” de Vitória da Conquista, quando dirigiu o programa de sua criação _ “Brasil Bom de Samba”. Tempero foi ainda correspondente do jornal A Tarde, de Salvador nesta cidade e repórter de “O Jornal de Conquista”, de Aníbal Lopes Viana. Era natural da “Vila de Iguá” e faleceu ainda jovem, pois não tinha 30 anos.

AndersonTV: Uma viagem ao passado de Conquista

Baseado num vídeo disponibilizado nas redes sociais pela jovem Carolina Bittencourt, Luís Ricardo Moreno percorreu ruas de Vitória da Conquista fazendo uma comparação entre os anos oitenta e o cenário atual da Capital do Sudoeste Baiano. Confira o vídeo a seguir que o BLOG DO ANDERSON disponibiliza na íntegra. Vale a pena assistir!

Taberna da História: A segunda FM de Conquista foi a Band

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Luís Carlos Fernandes, Taberna da História

Em 20 de agosto de 1983, Renato Vaz Rebouças e outros associados instalaram a Bandeirantes FM em Vitória da Conquista, a segunda FM da cidade, na época com frequência YC-311, em 97,5 MHZ (hoje 99,1).

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Seus principais locutores durante todos estes anos foram: Mac Donald, Dilton Rocha, Bramont, Zenon Barbosa (com seu “Asa Delta” e “Ban Relax”), Rubens do Prado (o madrugador), Kleber Gusmão, dentre outros, que ajudaram, inclusive, na AM Bandeirantes, inaugurada em 1989 por Ivan Lemos, naquela época chefe da Rede Bandeirantes de Rádio em Vitória da Conquista. A “nova” AM também pertence ao Grupo da Família Rebouças.

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O trio da Band (Mac, Dilton e Bramont) comandava um programa de grande audiência: o “Conquista Hoje”, que tinha ainda os comentários de Janid Ramos.

Taberna da História: A primeira feira livre de Conquista

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Luís Carlos Fernandes | Taberna da História

As feiras livres foram, no passado de Conquista, a maior fonte de riquezas para muitos comerciantes e negociantes. A primeira da cidade localizava-se na “Rua Grande” (atuais Praças Tancredo Neves e Barão do Rio Branco). Ali existia, desde a época da Imperial Vila da Vitória, um “Barracão” onde os feirantes se reuniam e os tropeiros vindos de outras localidades se encontravam.

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Entre 1912 e 1915, durante a gestão do Intendente José Fernandes de Oliveira Gugé, o velho Barracão já se encontrava bastante arruinado e foi demolido. Porém, a feira continuou sendo realizada na praça, onde se encontrava a maioria das casas comerciais, mesmo sem o Barracão. As feiras livres foram, no passado de Conquista, a maior fonte de riquezas para muitos comerciantes e negociantes. A primeira da cidade localizava-se na “Rua Grande” (atuais Praças Tancredo Neves e Barão do Rio Branco).

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Ali existia, desde a época da Imperial Vila da Vitória, um “Barracão” onde os feirantes se reuniam e os tropeiros vindos de outras localidades se encontravam. Entre 1912 e 1915, durante a gestão do Intendente José Fernandes de Oliveira Gugé, o velho Barracão já se encontrava bastante arruinado e foi demolido. Porém, a feira continuou sendo realizada na praça, onde se encontrava a maioria das casas comerciais, mesmo sem o Barracão.