
Tairone Ferraz Porto
Estávamos na 7ª série e estudávamos numa das salas do primeiro andar do prédio principal, bem em frente à Avenida Otávio Santos. Terminado o intervalo do recreio, a galerinha esbaforida começou subir as escadas e a última a entrar foi Patrícia carregando um álbum de figurinhas e cantarolando baixinho “Essa noite não tem luar” dos Menudos, sucesso da época. Depois dela, entrou tia Rose. Àquela altura, como já fazíamos parte do ginásio não havia mais essa coisa de “tia”, estávamos crescendo, de modo que os nossos mestres eram chamados apenas de professores(as). >>>>>
































