
O Polo Têxtil foi tema de uma reunião em Salvador, na terça-feira (20), com a presença dos secretários de Desenvolvimento Econômico de Vitória da Conquista e do Governo da Bahia, Marcos Antônio de Miranda Ferreira e Ângelo Mario Cerqueira de Almeida, respectivamente, além da coordenadora de Relações Governamentais da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Cinthia de Freitas. A principal pauta da discussão foi a busca de incentivos fiscais para os empreendedores que vão participar do projeto Feira da Moda Conquista, em fase de implantação. O Governo Municipal de Vitória da Conquista solicitou um tratamento diferenciado para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado na atividade comercial do segmento têxtil e de confecções, tendo como argumentação o modelo praticado pelo Governo de Pernambuco, que concedeu incentivo idêntico às empresas instaladas no Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco. Segundo Marcos Ferreira, a concessão desse benefício aos espaços construídos na modelagem de feiras pode atrair investimentos direcionados à implantação de núcleos regionais, que irão estimular a cadeia produtiva de confecções desde a fabricação até a comercialização. Após conhecer o projeto do Polo Têxtil (Feira da Moda Conquista), o secretário Ângelo Almeida determinou que sua equipe técnica dê início a estudos que possam justificar a concessão dos incentivos fiscais para alavancar o setor têxtil da Bahia, além de estimular o surgimento dos núcleos regionais, tendo o modelo de Vitória da Conquista como referência. Um dos idealizadores do Polo Têxtil, José Afonso Baltazar da Silveira, também participou do encontro na Capital Baiana.




















A Lei do Desenrola havia estabelecido 90 dias para que as negociações entre o Governo, o Banco Central, as instituições financeiras, o Congresso Nacional e o Banco Central chegassem a um novo modelo para o rotativo do cartão de crédito. Caso contrário, valeria o modelo em vigor no Reino Unido, que estabelece juros até o teto de 100% do total da dívida, que não poderá mais subir depois de dobrar o valor. Logo após anunciar a decisão do CMN, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou que, durante esse período de 90 dias, as instituições financeiras não apresentaram nenhuma proposta. “Se vocês pensarem no Desenrola, esse era um dos grandes problemas do país. As pessoas [que renegociaram os débitos no programa] estavam, muitas vezes, com dívidas dez vezes superior à original”, disse o ministro. “Agora, a dívida não poderá dobrar”, comentou o ministro na ocasião.
































































