
Um idoso de 77 anos perdeu a vida após uma batida frontal envolvendo um automóvel de passeio e um veículo de carga na noite de quinta-feira (16), em um trecho da BR-116 localizado nas proximidades de um posto de combustíveis, em Araci. A vítima fatal foi identificada como Pedro Chagas da Silva Góes, que conduzia o carro no momento do impacto. De acordo com informações da Polícia Militar da Bahia, o trágico episódio aconteceu por volta das 22h15min. O condutor do caminhão, que não sofreu ferimentos, relatou que o automóvel menor trafegava logo atrás de uma carreta quando, de maneira repentina, invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente com a unidade de transporte que seguia em direção a Tucano. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) compareceu ao local do sinistro e constatou o óbito do idoso ainda na rodovia.
Devido à violência do impacto, o corpo de Pedro Chagas ficou preso entre as estruturas retorcidas do veículo, exigindo a intervenção de equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia para realizar o desencarceramento. Registros visuais compartilhados em redes sociais evidenciam que o carro de passeio ficou totalmente destruído. A área foi isolada pela guarnição militar até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), encarregado de efetuar a perícia e remover o corpo para os exames de necropsia. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também deu suporte ao atendimento da ocorrência, e as causas do ocorrido passam a ser investigadas pela Polícia Civil da Bahia.
























Em nota, a corporação informou que cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado; e Augusto Ferreira Lima, sócio no Banco Master, estão entre os alvos. Segundo a PF, também estão sendo cumpridas medidas cautelares como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte. “Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de corrupção passiva, de corrupção ativa e de lavagem de dinheiro”, detalhou a nota. Em nota, a defesa de Augusto Lima considerou “desnecessárias” as diligências realizadas pela PF na manhã de hoje. “Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração. De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos”. A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do senador e aguarda posicionamento.











