
O gerente de banco Reginaldo Antunes Simões, de 44 anos, perdeu a vida por afogamento na Praia de Itacimirim, em Camaçari, Litoral Norte da Bahia. Residente em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, o bancário aproveitava os dias de descanso com os parentes quando o fato aconteceu. Segundo relatos de familiares e amigos, Reginaldo entrou no mar para resgatar o filho e o sobrinho, que se afogavam. Populares conseguiram retirar as duas crianças da água com segurança, porém o pai acabou submergindo. O Corpo de Bombeiros Militar da Bahia acionou uma equipe do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) no final da tarde de terça-feira (22). Os profissionais de saúde desembarcaram via helicóptero e realizaram procedimentos de reanimação, contudo a vítima não resistiu.
Em nota oficial, a Caixa Econômica Federal lamentou a perda do funcionário e prestou condolências aos familiares: “A CAIXA lamenta profundamente o falecimento de seu empregado Reginaldo Antunes Simões, ocorrido durante viagem de férias com a família. Neste momento de dor, a CAIXA manifesta solidariedade.” Conhecidos destacam a conduta dedicada de Reginaldo. A corretora de seguros Adriana Goveia, moradora do mesmo município goiano, ressaltou as virtudes do bancário: “Era uma pessoa educada e muito prestativa, valores e princípios que posso dizer que têm se tornado raros nos dias atuais. Um homem honrado e muito família.” A Polícia Civil da Bahia registrou o episódio como morte por afogamento e segue com os trâmites legais do caso.






























Em nota, a corporação informou que cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado; e Augusto Ferreira Lima, sócio no Banco Master, estão entre os alvos. Segundo a PF, também estão sendo cumpridas medidas cautelares como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte. “Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de corrupção passiva, de corrupção ativa e de lavagem de dinheiro”, detalhou a nota. Em nota, a defesa de Augusto Lima considerou “desnecessárias” as diligências realizadas pela PF na manhã de hoje. “Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração. De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos”. A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do senador e aguarda posicionamento.



