
Circulando pelo Comércio e Bairros de Vitória da Conquista não é detectado ações físicas para o enfrentamento da Pandemia da COVID-19, exceto a Fiscalização da SESEP [Secretaria Municipal de Serviços Públicos] ou agentes da Segurança Patrimonial, no entanto pelas dimensões do território, os índices estão bem distantes de um colapso. Até a noite desta segunda-feira (22) Vitória da Conquista contabilizava 109 pacientes infectados pelo Coronavírus, destes apenas 12 estão em Unidades Hospitalares. E é por esses dados científicos avalizados pelo Comitê Gestor de Crise da COVID-19 que o prefeito Herzem Gusmão Pereira, do Movimento Democrático Brasileiro, decretou e defende a manutenção das atividades nos diversos segmentos econômicos, como o Comércio Varejista além dos Templos Religiosos.
De outro lado, uma ação que tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública de Vitória da Conquista, de autoria do Ministério Público do Estado da Bahia, através da promotora de Justiça Guiomar Miranda de Oliveira Melo, pede com urgência a “suspensão do funcionamento do Comércio e outras atividades econômicas não essenciais e templos religiosos, como medida de contenção à propagação do Coronavírus em Vitória da Conquista”. Em entrevista ao Jornal Band News na última semana, o prefeito Herzem Gusmão detalhou a sua posição que é a mesma desta data. Ele prometeu que não iria acatar a recomendação e foi o que aconteceu.






Segundo o presidente da associação, José Roberto Graiche Júnior, os descontos nos aluguéis variaram entre 10% e 50%, por períodos de aproximadamente três meses. Segundo ele, em 90% dos acordos, os valores foram reduzidos apenas temporariamente e deverão ser repostos em parcelas nos próximos meses. Apenas 10% foram reduções sem retorno. Esse processo de acerto entre os moradores dos imóveis e os proprietários evitou, na avaliação de Graiche, um aumento expressivo da inadimplência, que permaneceu baixa, mesmo com a crise. “Inadimplência não aumentou, tendo em vista que houve essa composição entre os proprietários e inquilinos”, disse. Em média, antes da crise, os atrasos dos pagamentos de aluguel representavam 1,8% do total dos contratos de locação e ficaram, de acordo com ele, em 2,8% nos últimos dois meses.
















