Caso Rei das Rachadinhas | Plenário aprova suspensão de 60 dias para Dinho dos Campinhos em Vitória da Conquista

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Após seis meses sem desdobramentos públicos, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista concluiu, na manhã de sexta-feira (9), a votação do processo disciplinar contra o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos e Simão, do Republicanos. Com o voto favorável de 17 parlamentares presentes no Plenário Vereadora Carmen Lúcia, a Casa aprovou a suspensão do exercício do mandato do edil pelo período de 60 dias por quebra de decoro parlamentar, em decorrência de denúncias de um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete.  A sanção prevê o afastamento temporário sem direito ao recebimento de salário, verba de gabinete, uso de veículo oficial ou linha telefônica corporativa, permanecendo as portas do gabinete fechadas durante o período. A medida não abre espaço para a convocação do suplente Sidnei Benedito de Oliveira, também do Republicanos, mantendo a vaga temporariamente sem alteração na composição da Casa. A deliberação do plenário apreciou o projeto de decreto legislativo fundamentado no parecer da maioria dos membros da Comissão de Ética Parlamentar,  presidida pelo vereador Edjailme Rosa Carvalho, o Bibia, do União Brasil, e integrada pelo vereador Luis Carlos Batista de Oliveira, do União Brasil. Em seu relatório, Carlos Dudé reconheceu a ocorrência de infração disciplinar, contudo defendeu que o Regimento Interno prevê a suspensão de 60 dias para condutas de gravidade reiterada, sem aplicar a perda automática do cargo. Por outro lado, a vereadora Gabriela de Diego Garrido , do Partido Verde, relatora do processo, apresentou voto divergente recomendando a cassação definitiva do mandato. A parlamentar destacou a gravidade do repasse forçado de salários por meio de transferências bancárias (Pix) direcionadas ao próprio vereador e a familiares, além de citar tentativas de ocultação de provas, como pedidos para exclusão de comprovantes e oferta de vantagens financeiras para a retirada das acusações.

A denúncia veio à tona no início do ano a partir de relatos e registros apresentados por um ex-assessor comissionado. Provas documentais, capturas de telas e áudios atribuídos ao parlamentar integraram o conjunto probatório analisado pela comissão interna e repassado ao Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA). Em uma das gravações trazidas à tona durante as apurações, o vereador menciona um suposto acerto para o repasse de valores: “Eu tenho um acordo com você, tinha um acordo com você. Já tô lhe mandando em áudio mesmo, entendeu? Você receberia 700 e o outro era você passar para mim e eu passar para outras pessoas, que eu tenho prova que faço isso, entendeu?”, registrou o áudio atribuído ao parlamentar. Em outra gravação anexada ao procedimento, solicita-se a exclusão dos registros das transações: “Depois tu apaga aqueles Pix de transferência que tu fez para mim, um por um, viu? Pode apagar tudo, tá bom? Todos que tiver, pode apagar tudo, viu?”. A defesa do vereador Dinho dos Campinhos, sob a responsabilidade do advogado Ademir Ismerim Medina, nega as acusações e sustenta a tese de que o parlamentar sofreu tentativas de extorsão, demonstrando expectativa de absolvição ao término das investigações judiciais. Dinho não esteve presente na sessão legislativa que definiu a sanção administrativa. Como a decisão da Câmara possui caráter exclusivamente político-administrativo, a determinação de eventual devolução ou ressarcimento de valores aos cofres públicos dependerá dos desdobramentos e do julgamento do inquérito instaurado pelo Ministério Público da Bahia.

Caso Rei das Rachadinhas | Dinho deverá ficar suspenso por 60 dias da Câmara Municipal de Vitória da Conquista

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A Comissão de Ética Parlamentar da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, presidida pelo vereador Edjailme Rosa Carvalho, o Bibia. do União Brasil, deve apresentar na manhã desta sexta-feira (9) o relatório final do processo disciplinar contra o vereador Gilvan Nunes Pereira, o Dinho dos Campinhos e Simão, do Republicanos. O parlamentar responde a denúncias de um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete, caso que também é investigado pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA). A denúncia teve origem no relato de um ex-assessor que afirma ter sido obrigado a repassar parte dos vencimentos ao vereador. Dinho nega as acusações e sustenta ser vítima de extorsão. Diante da repercussão, o parlamentar perdeu o cargo na Mesa Diretora e contratou para sua defesa o advogado especialista em Direito Eleitoral, Ademir Ismerim Medina. O caso também gerou mobilização popular e manifestações no Plenário Vereadora Carmen Lúcia cobrando rigor nas apurações. Apesar da Comissão recomendar a cassação do mandato, medida que abriria espaço para a posse do suplente Sidnei Benedito de Oliveira, bastidores da Casa indicam a articulação de um acordo para substituir a perda do cargo por uma suspensão disciplinar de 60 dias.

Em participação no Brasil Notícias, o vereador e radialista Ricardo Santos Costa, o Ricardo Gordo, do Partido Socialista Brasileiro, comentou a expectativa da votação e detalhou o funcionamento do rito na Câmara, ressaltando que a palavra final caberá ao Plenário: “Existe uma Comissão de Ética. Essa Comissão de Ética escuta as testemunhas, escuta o vereador, ela acompanha o caso. Daí faz um relatório e esse relatório é levado para o plenário para a votação dos vereadores”. Sobre as especulações em torno da penalidade de suspensão em vez da perda definitiva da vaga, Ricardo Gordo esclareceu o impacto regimental e financeiro para o parlamentar e para a composição do Legislativo: “Hoje muita gente me perguntou: ‘Gordo, se acontecer isso, o suplente assume?’ Não. O vereador Dinho fica suspenso 60 dias, sem direito à verba de gabinete, sem direito a salário, entre outros benefícios da Câmara Municipal de Vitória da Conquista.” A votação em plenário definirá se o parecer pela cassação será mantido ou se a sanção será convertida na suspensão temporária.

Poder Legislativo | enfrentando o Conselho de Ética, Dinho declara tranquilidade em Vitória da Conquista

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Enfrentando o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Vitória da Conquista por suposta prática de “rachadinha”, o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos, do Republicanos, comentou sobre o fato pela primeira vez com o BLOG DO ANDERSON na manhã desta quinta-feira (6). “Estou tranquilo”, declarou o parlamentar ao ser abordado sobre o andamento dos procedimentos na Casa. Liderança comunitária ativa e com relevantes serviços prestados à Joia do Sertão Baiano,  principalmente aos moradores das regiões dos Campinhos e Simão, o vereador conta para a condução de sua defesa o renomado advogado Ademir Ismerim Medina, uma das maiores referências em Direito Público e Eleitoral do Nordeste Brasileiro. Como parte dos desdobramentos recentes, o parlamentar também formalizou sua renúncia ao cargo de segundo-secretário da Mesa Diretora do Legislativo Conquistense, justificando o afastamento temporário da função para focar na elaboração de sua ampla defesa. O processo segue em trâmite no Conselho de Ética, onde serão cumpridos os ritos e prazos regimentais.

Denúncia no MPBA | presidente evita comentar investigações de “rachadinha” na Câmara de Vitória da Conquista

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Em entrevista ao programa Sudoeste Agora, na Rádio Clube de Conquista, nesta terça-feira (7), o presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro da Silva Filho, do Partido Liberal, evitou falar diretamente sobre as investigações a respeito de supostas “rachadinhas” na Casa Legislativa. O parlamentar, que busca a reeleição para mais dois anos na Presidência da Mesa Diretora e articula pré-candidatura à Prefeitura de Vitória da Conquista nas Eleições 2028, preferiu não se aprofundar no tema. A denúncia sobre a prática ilegal encontra-se sob apuração no Ministério Público do Estado da Bahia. Questionado pela repórter Mônica Cajaíba sobre as pautas do segundo semestre e o inquérito instaurado contra um parlamentar, Ivan Cordeiro Filho desconversou e focou nas atividades gerais do parlamento e na comunicação interna.  “Com certeza são muitos, são muitos projetos, a cidade é dinâmica e as coisas vão acontecendo e a gente vai respondendo também na medida do possível todas essas demandas. Quero aqui mandar o abraço e registrar a presença do nosso diretor de comunicação da TV, da rádio, da Câmara, né? Já estou falando aqui antecipando, Fábio Sena, mandar um abraço aqui para ele. Já a TV Câmara, né, que você me perguntou para o segundo semestre, que nós teremos já a implantação da TV Câmara”, declarou.  O cenário político na Joia do Sertão Baiano enfrenta momentos de forte tensão devido às denúncias de um suposto esquema de corrupção envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos, do  Republicanos. O parlamentar perdeu o cargo na Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vitória da Conquista e deve encarar um processo com possibilidade de cassação do mandato via Comissão de Ética, além de responder ao procedimento do Ministério Público do Estado da Bahia. Para estruturar sua defesa, o edil escalou o advogado Ademir Ismerim Medina, considerado uma das maiores referências em Direito Eleitoral do Nordeste Brasileiro. A repercussão popular ganhou força com manifestantes ocupando o Plenário Vereadora Carmen Lúcia. O grupo portava uma faixa ilustrada com um rato e uma mala de dinheiro, em um protesto que exige celeridade na apuração dos fatos pelas autoridades competentes.  A “rachadinha” consiste na denominação popular para o crime de peculato, caracterizado pelo repasse de parte do salário de assessores ou servidores públicos para o parlamentar ou gestor responsável pela nomeação. A prática configura apropriação de dinheiro público e improbidade administrativa, podendo resultar na perda dos direitos políticos e em sanções criminais severas.

Reportagem do BATV | Corregedoria vê indícios de “rachadinha” contra Dinho em Vitória da Conquista

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A reportagem do BATV, reproduzida pelo BLOG DO ANDERSON na noite desta quarta-feira (13), detalha o avanço das investigações sobre o suposto esquema de corrupção envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, o Dinho dos Campinhos, do  Republicanos. O parecer da Corregedoria da Câmara Municipal, assinado pela vereadora Márcia Viviane (PT), confirmou indícios suficientes de conduta incompatível com o decoro parlamentar, encaminhando o caso para a Comissão de Ética. O relatório inclui anexos com capturas de tela, extratos bancários e áudios nos quais o vereador detalha como funcionaria o acordo: o assessor ficaria com apenas R$ 700,00 de seu salário, transferindo o restante via Pix para o parlamentar ou terceiros. Pressionado pela repercussão, Dinho dos Campinhos oficializou, em caráter irrevogável, sua renúncia ao cargo de segundo-secretário da Mesa Diretora. Em documento lido durante a sessão, o parlamentar justificou o afastamento para focar esforços em sua ampla defesa. Para o enfrentamento jurídico, ele escalou o advogado Ademir Ismerim Medina, uma das maiores referências em Direito Eleitoral do Nordeste Brasileiro.

Enquanto isso, o Plenário Vereadora Carmen Lúcia registrou protestos de populares portando faixas que associavam a prática a crimes e exigiam celeridade na apuração. A Comissão de Ética, presidida pelo vereador Edjailme Rosa Carvalho, o Bibia, do União Brasil, e composta também por Luís Carlos Batista de Oliveira, o Dudé, também do União, e Gabriela de Dieho Garrido, do Partido Verde, terá um prazo de 90 dias para analisar provas e ouvir testemunhas antes de emitir um parecer final, que pode resultar na cassação do mandato. O vereador nega irregularidades e afirma não ter sido formalmente notificado sobre o avanço das apurações. Uma nova eleição para preencher a vaga aberta na Mesa Diretora está prevista para a próxima sexta-feira (15). A “rachadinha” consiste na denominação popular para o crime de peculato, caracterizado pelo repasse de parte do salário de assessores ou servidores públicos para o parlamentar ou gestor responsável pela nomeação, configurando apropriação de dinheiro público e improbidade administrativa que pode resultar na perda dos direitos políticos e em sanções criminais severas.

Plenário Vereadora Carmen Lúcia | “Rachadinhas” são alvos de protestos em Vitória da Conquista

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O cenário político na Joia do Sertão Baiano enfrenta momentos de tensão com denúcias de um suposto esquema de corrupção envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, o Dinho dos Campinhos, do Republicanos, que perdeu o cargo na Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vitória da Conquista e deve encarar processo com possibilidade de cassação do mandato via Comissão de Ética, além de responder a denúncias junto ao Ministério Público do Estado da Bahia. Para sua defesa, o parlamentar escalou o advogado Ademir Ismerim Medina, uma das maiores referências em Direito Eleitoral do Nordeste Brasileiro, enquanto a repercussão popular ganhou força na manhã desta quarta-feira (13) com manifestantes ocupando o Plenário Vereadora Carmen Lúcia portando faixa ilustrada com um rato e mala de dinheiro em protesto que exige celeridade na apuração dos fatos pelos órgãos competentes.

A “rachadinha” consiste na denominação popular para o crime de peculato, caracterizado pelo repasse de parte do salário de assessores ou servidores públicos para o parlamentar ou gestor responsável pela nomeação, configurando apropriação de dinheiro público e improbidade administrativa que pode resultar na perda dos direitos políticos e em sanções criminais severas.

Bastidores Políticos | “Caso das Rachadinha” repercute e pode trazer Sidney à Câmara Municipal de Vitória da Conquista

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O “Caso das Rachadinhas” envolvendo o vereador Gilvan Nunes Pereira, o Dinho dos Campinhos, do Republicanos, ganhou destaque nacional ao ser exposto em reportagem da TV Sudoeste, repercutida no Jornal da Manhã desta terça-feira (28). Com o processo avançando no Ministério Público do Estado da Bahia e na Comissão de Ética da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, a possível perda de mandato abre caminho para o ex-vereador Sidnei Benedito de Oliveira, o Sidney Oliveira, primeiro suplente do Republicanos . Até o momento, nem o suplente nem o vice-prefeito Aloísio Alan Costa Fernandes, presidente municipal o Republicanos, se manifestaram sobre o assunto. A denúncia, apresentada por um ex-assessor, aponta que o esquema exigia a devolução de grande parte dos salários via Pix, deixando a conta do servidor por vezes negativa. Estima-se que os repasses indevidos somem entre R$ 45 mil e R$ 60 mil, com provas que incluem áudios e comprovantes de transferência entregues à Mesa Diretora, através do presidente Ivan Cordeiro da Silva Filho. Enquanto a Casa avalia a quebra de decoro parlamentar, a defesa do vereador, via o advogado Ademir Ismerim Medina, nega as irregularidades e alega que o parlamentar é alvo de tentativa de extorsão, conforme destaca o BLOG DO ANDERSON.

Reportagem do BMD | Dinho dos Campinhos é denunciado por “rachadinha” em Vitória da Conquista

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Uma denúncia de “rachadinha” contra o vereador Gilvan Nunes Pereira, conhecido como Dinho dos Campinhos, do Republicanos, agitou os bastidores da Política Conquistense nesta segunda-feira (27). Segundo o dossiê encaminhado ao Ministério Público do Estado da Bahia a à Corregedoria da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, um ex-assessor acusa o parlamentar de exigir a devolução de parte substancial de seus salários. A denúncia detalha que o esquema funcionava via transferências bancárias e Pix. Em um dos áudios atribuídos ao vereador, ele explica ao servidor que o acordo previa que o assessor ficasse com apenas R$ 700, enquanto o restante deveria ser repassado. Extratos e prints revelam que, em determinadas ocasiões, após as devoluções, o saldo da conta do servidor chegava a ficar negativo. Estima-se que, ao longo do período documentado, os valores devolvidos somem entre R$ 45 mil e R$ 60 mil.

A Mesa Diretora, através do presidente Ivan Cordeiro da Silva Filho, do Partido Liberal, confirmou o recebimento oficial da denúncia e encaminhou o caso para a Corregedoria. Diante das provas apresentadas, como comprovantes de transferências que chegam a R$ 3,5 mil de uma só vez, a Casa deve instaurar uma Comissão de Ética para apurar possível quebra de decoro parlamentar, o que pode resultar na perda do mandato. A defesa de Gilvan Nunes Pereira, via o advogado Ademir Ismerim Medina, nega as irregularidades, alegando que o vereador é alvo de uma tentativa de extorsão por parte do ex-assessor e que colaborará com as investigações para demonstrar a lisura de seu gabinete, consoante reportagem do Bahia Meio Dia em destaque aqui no BLOG DO ANDERSON.