
Realizada pela última há quatro anos, a Exposição Nacional Agropecuária de Vitória da Conquista voltará a ser realizada em junho, com o apoio do Governo do Estado da Bahia. A decisão foi confirmada nesta segunda-feira (11), em reunião realizada no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador, com a participação do governador Jerônimo Rodrigues, membros da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (COOPMAC), do deputado federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA), da União dos Municípios da Bahia (UPB), do secretário da Agricultura do Estado da Bahia, Wallison Oliveira Torres (Tum), do secretário Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia, Osny Cardoso e do superintendente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, Jeandro Ribeiro.
Considerada uma das maiores Feiras Agropecuárias da região Nordeste, a Exposição Nacional Agropecuária de Vitória da Conquista reúne produtores, revendedores de máquinas e suplementos, cooperativas da agricultura familiar e atrações culturais com movimentação de milhões de reais em contratação de serviços e vendas. “Uma Exposição Agropecuária de cunho Nacional, como a de Conquista, tem grande efeito na cadeia produtiva da agropecuária. Para além da realização de milhões em negócios, há a troca de experiências e a divulgação de novas tecnologias. Determinei que as equipes sentem e vejam de que forma podemos apoiar a realização da edição deste ano, que retoma a trajetória da Exposição”, afirmou o governador.

















































A Lei do Desenrola havia estabelecido 90 dias para que as negociações entre o Governo, o Banco Central, as instituições financeiras, o Congresso Nacional e o Banco Central chegassem a um novo modelo para o rotativo do cartão de crédito. Caso contrário, valeria o modelo em vigor no Reino Unido, que estabelece juros até o teto de 100% do total da dívida, que não poderá mais subir depois de dobrar o valor. Logo após anunciar a decisão do CMN, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou que, durante esse período de 90 dias, as instituições financeiras não apresentaram nenhuma proposta. “Se vocês pensarem no Desenrola, esse era um dos grandes problemas do país. As pessoas [que renegociaram os débitos no programa] estavam, muitas vezes, com dívidas dez vezes superior à original”, disse o ministro. “Agora, a dívida não poderá dobrar”, comentou o ministro na ocasião.


