
O jornalismo capixaba está em luto. Morreu nesta quinta-feira (23) o repórter da TV Gazeta, Caíque Verli, aos 33 anos. Ele residia sozinho em um apartamento no bairro Jardim da Penha, em Vitória. Natural de Carangola, Minas Gerais, o profissional construiu uma carreira marcante e querida entre colegas e telespectadores. A ausência do comunicador ao trabalho logo nas primeiras horas da manhã gerou preocupação. Sem conseguir contato por telefone por volta das 5h30, atitude atípica de Verl, uma equipe da emissora dirigiu-se à sua residência. Ao acessarem o imóvel, os companheiros o encontraram caído no chão e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
A Polícia Civil esteve no local e constatou o óbito. As diligências preliminares indicam que o falecimento decorreu de complicações de saúde. Caíque tinha histórico de crises convulsivas e vinha cumprindo tratamento medicamentoso e rotina de exames detalhados. Informações apontam que ele teria passado mal no imóvel sem conseguir solicitar socorro. Registros do circuito interno do edifício mostram que o jovem ingressou sozinho na habitação na tarde de quarta-feira (22). Neste momento de extrema dor e consternação, o BLOG DO ANDERSON expressa os mais sinceros sentimentos de condolências e solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de redação da TV Gazeta.



























Em nota, a corporação informou que cumpre 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado; e Augusto Ferreira Lima, sócio no Banco Master, estão entre os alvos. Segundo a PF, também estão sendo cumpridas medidas cautelares como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte. “Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de corrupção passiva, de corrupção ativa e de lavagem de dinheiro”, detalhou a nota. Em nota, a defesa de Augusto Lima considerou “desnecessárias” as diligências realizadas pela PF na manhã de hoje. “Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração. De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos”. A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do senador e aguarda posicionamento.







