
Alan Rodrigues | Jornal A Tarde
Terceiro maior colégio eleitoral da Bahia, com mais de 250 mil eleitores, Vitória da Conquista abriga hoje tendências políticas que, em princípio, sugerem uma diversidade de pensamentos mas, na prática, a polarização do eleitorado é flagrante e a cidade se divide entre o petismo e o antipetismo. Por 20 anos, Conquista foi governada por prefeitos do Partido dos Trabalhadores. A interrupção do ciclo petista se deu em 2016, no auge da Operação Lava-Jato, com a vitória de Herzem Gusmão (MDB) sobre Zé Raimundo, do PT, com uma margem folgada de votos. Na reeleição, em 2020, o petista chegou a vencer o primeiro turno, mas, a virada aconteceu, mais uma vez com vantagem confortável, evidenciando o desgaste do Partido dos Trabalhadores, conforme a reportagem do Jornal A Tarde reproduzida pelo BLOG DO ANDERSON nesta quinta-feira (8).
Entre uma eleição e outra, o fenômeno do bolsonarismo ganhou peso decisivo na política local. Aliado de primeira hora do ex-presidente Jair Bolsonaro, Herzem, falecido em 2021, após a reeleição, atraiu os votos da direita conservadora. Mas, Sheila Lemos (União Brasil), que assumiu a prefeitura após a morte de Herzem, se distanciou desse eleitorado ao apoiar ACM Neto, candidato de seu partido ao governo do estado, e adotar uma postura neutra na disputa presidencial no primeiro turno, declarando apoio a Bolsonaro somente no segundo. Essa cisão alimenta o desejo do PL, partido de Bolsonaro, de construir uma candidatura própria, seguindo a orientação do presidente estadual do partido, o ex-ministro João Roma. Mas, a possibilidade de reaproximação não está descartada. Confira o que diz o Alan Rodrigues no Jornal A Tarde aqui no BLOG DO ANDERSON.























































