A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga. (Drummond, 1984)

A onda de violência urbana tem preocupado a população de Vitória da Conquista. O assunto foi tema de uma reunião entre autoridades policiais, o Conselho Comunitário de Segurança Pública e moradores do Candeias. Durante o evento, realizado na noite desta terça-feira (24), participantes fizeram relatos principalmente de assaltos praticados por motociclistas, queixaram também da escuridão nas ruas ou iluminação pública fraca, terrenos baldios com matagal e falta de asfalto, fatores estes, para eles, que ajudam a criminalidade.

Jorge Maia | Advogado | [email protected]
A minha de cantarolar é antiga. Vez por outra me descubro cantarolando uma canção antiga e passo a examinar a sua letra. Foi assim com “O rancho da goiabada” de João Bosco. Letra e melodia harmoniosas na transmissão da mensagem. Simplesmente emocionante. Retrata um tempo que é permanente, insistente e que teima em não mudar. Leia na íntegra.

Gustavo de Magalhães | Advogado | gustavodemagalhaes@hotmail.
Admiro-me muito como aquele trambolho com asas levanta do chão, passa horas com um monte de gente dentro, e corta os ares de um lado para outro. Se ele levanta do chão, já é meio caminho andado para cair, porque é lei da física! Há alguns anos, eu poderia afirmar que se caísse um avião comigo dentro, seria minha inteira responsabilidade, e não tenho duvidas nem estou exagerando, porque era o que se via estampado nos rostos dos demais passageiros e da tripulação. Leia na íntegra mais um crônica de Gustavo de Magalhães.

Edmilson Santana | Artista Plástico | [email protected]
Até parece que os mortos brasileiros não vão para o céu, por vivermos mais um inferno – não sendo a lava de um vul-cão… Parece que os mortos franceses cheiram perfume raro e os mortos brasileiros tomaram banho de água suja. Parece que a nossa bandeira não consegue mesmo ser fincada na lama. Então, transformamo-la em um tapete e vestimos as cores de outros países com uma “sensibilidade” a meio pau… Parece que ainda estamos verdes, meio amarelados, de vez... Leia na íntegra.

Com tantas tragédias e catástrofes climáticas, terremotos, furacões, inundações, guerras, ódio, indiferenças, intolerâncias raciais e religiosas, consumismo desvairado e doenças malignas, inclusive ao nosso redor, batendo em nossas portas todas as horas e dias da vida, será que a humanidade deste planeta terra tem salvação como apregoam filósofos e pensadores otimistas? Leia na íntegra.

Edwaldo Alves Silva | Sociólogo | [email protected]
Li com satisfação os comentários de Alexandre Xandó e de Rosy Santana sobre o OP intitulado: “Desafios sobre o aperfeiçoamento do Orçamento Participativo”. As opiniões dos articulistas não deixam dúvidas sobre o conceito favorável que têm do processo do OP mas que propõe aperfeiçoá-lo como instrumento de participação popular. Leia na íntegra a opinião de Edwaldo Alves.

Jorge Maia | Advogado | [email protected]
Gustavo chegou. A viagem foi preguiçosa, mais de trinta e nove semanas, mas foi tudo bem. Tudo natural, como exige a moda e a medicina recomenda, porém estávamos ansiosos. Em toda chegada esperamos uma novidade, misto de esperança e de renovação, de luz no fim do túnel e de conforto, pelo menos esperança para continuar a labuta de cada dia. Leia na íntegra a crônica de Jorge Maia.

Ivan Cordeiro | Administrador | [email protected]
O terminal de ônibus da avenida Lauro de Freitas precisa ser modernizado com urgência. É inaceitável a cidade ter que lidar com acidentes por falta de estrutura do local. Vitória da Conquista merece uma melhor gestão na mobilidade urbana e o terminal de ônibus é mais um exemplo de como precisamos avançar nesse assunto. As poucas mudanças que ali aconteceram foram provisórias e amadoras, ou seja, não resolveram o problema do funcionamento do terminal. Na semana passada mais uma pessoa foi atropelada dentro do terminal, sendo que no ano passado uma senhora veio a falecer por contra de outro atropelamento. Leia na íntegra a opinião de Ivan Cordeiro.

Gustavo de Magalhães | Advogado | [email protected]
Fiz terapia antes de fazer minha cirurgia bariátrica, e descobri três graves problemas. O primeiro grande problema: não sei o valor do dinheiro, o que significa que, tanto faz, que eu ganhe dez mil como cem reais, fico feliz do mesmo jeito (abro um parêntese para afirmar aos que me devem, que esse defeito não funciona para o caso). A segunda constatação, é que sou gordo, cabeça de gordo, adoro comer e amo comida! A terceira e última, que tenho problemas sérios com minha identidade. Quando eu era mais gordo, não tinha como ser confundido com ninguém. Afinal, era uma referencia. Gordo deixa de ter nomes. Exemplo: “onde está fulano?” “Fulano está ali, do lado daquele gordo”! Outro Exemplo: “quem é Gustavo?” “É aquele advogado gordo”! Nesse caso, vira sobrenome. Leia na íntegra.

Prezado Colega e ex-Presidente JORGE MAIA.
Graças a Deus, nossa atividade profissional é necessariamente marcada pela dialética e pela interpretação de fatos e provas. Mas não só isso, a língua pátria é um instrumento menos positivista que a formação dos profissionais do Direito de nosso Brasil. Repito, então, por força das circunstâncias: JAMAIS afirmei que os ex-Presidentes da OAB nada fizeram pelos advogados; JAMAIS fiz qualquer crítica política ao trabalho dos que me antecederam; JAMAIS pensei sequer que a OAB não existisse antes de 2008 (e nem poderia). Até porque os tenho, em sua maioria, o que inclui a sua pessoa, a quem muito estimo e admiro, como REFERENCIAIS DA ADVOCACIA DE CONQUISTA E REGIÃO. Leia na íntegra.

Vilson Caetano | Antropólogo | [email protected]
Chamo aqui de “baianas” mulheres que ainda hoje sobrevivem da venda de comidas nas ruas da cidade de Salvador e, aqui, temos obrigatoriamente que incorporar também os baianos, homens que têm contribuído não apenas para a divulgação, mas conservação e recriação de pratos afro-brasileiros. Diga-se de passagem que a cozinha baiana, entendida como a cozinha de azeite da cidade de Salvador, se formou a partir da junção de tradições islâmicas, judaicas, portuguesas, galegas, indígenas, africanas e muitas outras. Leia na íntegra a opinião de Vilson Caetano.

Jorge Maia
Colegas, não tenho a pretensão de ser historiador do quilate de Ruy Medeiros, entretanto, a memória da nossa Subsecção é algo que me toca muito de perto e penso estar colaborando com a preservação de dados e informações do interesse dos advogados. Tenho acompanhado os debates pelas redes sociais, inclusive com postagem de vídeo bem produzido pela atual gestão da Subseção, e informações sobre a nossa Ordem de hoje e a nossa Ordem de ontem. Leia na íntegra.

Paulo Pires
Para Josete e Guilherme Menezes
Na cidade fria de mil metros de altura
Depois da névoa-poesia vem o azul e com ele o seu timbre matinal
Gente passa – do Terminal à Praça Barão Rio Branco
Alameda Ramiro Santos, cadê Bebé, cadê Carcará?
Olha o chip, olha o chip, aqui tem desse que é melhor
Guarda chuva e raquete “prá queimar as muriçoca”… Leia na íntegra.

Eduardo Moraes
Nesse nove de novembro de 2015 quando se comemorou os 175 anos da emancipação política de Vitória da Conquista, o bairrismo dos conquistenses natos aflorou-se de corpo e alma transformando-os em unidade de paixão e amor! Os filhos adotados ou acolhidos pelo aconchego caloroso de Conquista, se desmancharam em declarações de amor e agradecimento pelo acolhimento. Todos sem exceção vibraram, comemoraram, aplaudiram, celebraram, emocionaram-se, fizeram discursos e declarações de pura paixão e as vezes de pouca razão. Sim! Suspiros, suores, olhares perdidos, todas as sensações comuns àqueles que estão apaixonados e encantados, quando toda emoção provocada pela dopamina irriga artérias, coração e cérebro. Há! O amor é lindo e minha Conquista também! Linda, politizada, culturalmente diversa, organizada, forte e atrativa pela sua economia, um povo trabalhador, empreendedor, clima agradável e infinitas possibilidades de investimentos, realizações e sucesso. Leia na íntegra.

Alexandre Aguiar
Existe uma designação que sempre gosto de mencionar e já fiz isso no Blog do Fabio Senna, que infelizmente saiu do ar, mas a considerar que Vitória da Conquista é a cidade onde nasci e Glauber Rocha disse, “sou de Conquista, terra de cabra macho!”, em uma das poucas menções textuais pessoais que ficou registrada, à cerca de nossa cidade natal, em um de seus desenhos, publicados em livro, onde rabiscou um personagem de bangue bangue. Conquista é buliçosa, terra de gente de opinião. Minha mãe é uma mateira da Encruzilhada da Bahia com o norte das Minas Gerais, que migrou para a “Cidade das Rosas”. Meu pai, um catingueiro, que chegou da Chapada Diamantina para o “Planalto da Conquista”. Tenho saudade de morar nesta terra, mas as areias do tempo nunca param na ampulheta da vida. Leia na íntegra.

Jorge Maia
De volta a Beócia, deparei-me com uma população entristecida. Uma gente cabisbaixa e sem o sorriso costumeiro com que recebe os visitantes. No aeroporto não havia distribuição de fitinhas do Padroeiro daquela terra: São Benedito dos Inocentes. Voltei, atendendo a um convite de Zé Picuinha, para assistir a uma palestra que faria no auditório da UEBE. Leia na íntegra.

Gustavo de Magalhães
Alguns colegas se queixam, de que eu tenho um péssimo hábito de, em mesa de audiência, tentar tirar atenção deles, fazendo gestos, mexendo com algumas coisas, tipo uma caneta… maldades para desviar o foco daquele instante. Confesso… fui pego! Na verdade, de forma sutil quando a situação está preta pra meu lado, temos que usar as artimanhas que estão ao nosso alcance, que aprendemos com o passar dos anos nessa luta do dia a dia da advocacia. Não é má fé com o colega, mas diria que é uma perversidade. Leia na íntegra mais uma crônica de Gustavo Magalhães.